- Na final da CAN, disputada em Rabat, Brahim Díaz falhou um penálti nos minutos de compensação (90+24) e o jogo seguiu para prolongamento.
- Antes disso, houve polémica com um golo anulado a favor de Marrocos e a decisão de juniores dos Senegalenses de abandonarem o campo, regressando cerca de 15 minutos depois.
- No prolongamento, o Senegal venceu por 1-0 com golo de Pape Gueye; Brahim Díaz foi substituído na primeira metade da prolongação.
- Díaz terminou a CAN como o melhor marcados com cinco golos; pouco depois pediu desculpas publicamente nas redes sociais.
- Reações públicas variaram entre apoio de companheiros e críticas, com comentários de figuras do futebol internacional sobre o ter falhado o penálti.
O jogo decisivo da CAN 2023, realizado no estádio Prince Moulay Abdellah, em Rabate, ficou marcado pelo momento em que tudo parecia definir-se nos descontos. Brahim Díaz assumeu a responsabilidade num penálti para Marrocos, após o golo de Hakimi ter sido anulado, numa final onde o Senegal lutava para manter o empate.
Com o árbitro congolês Jean Ndala a apitar, a equipa marroquina ainda teve a oportunidade de finalizar o tempo regulamentar. A tentativa de Panenka de Brahim saiu a meio gás, levando o jogo a prolongamento e gerando tumultos entre adeptos e jogadores.
Reação e desfecho
O Senegal venceu o título com um golo de Pape Gueye no prolongamento, após o penalti falhado por Brahim. O jogador do Real Madrid, de 26 anos, foi o melhor marcador da CAN, com cinco tentos.
Pelo lado marroquino, o episódio gerou grande desgaste emocional. Brahim Diaz recebeu o prémio de melhor marcador, sob a entrega de Gianni Infantino, presidente da FIFA, mas expressou pedido de desculpas nas redes sociais 24 horas depois.
Entre as reações públicas, destacam-se mensagens de apoio de colegas como Jude Bellingham, Vinicius Júnior e Álvaro Carreras. Luís Enrique, treinador do PSG, apelou ao senso de contexto, lembrando que falhas acontecem no desporto.
Hervé Renard, ex-treinador de Marrocos, foi mais crítico ao penálti desperdiçado, afirmando que falhar é compreensível, mas o episódio prejudica o país. Renard apontou, ainda, que a controvérsia começou com a anulação de um golo adversário.
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