- Hervé Renard, antigo selecionador de Marrocos, criticou o penálti desperdiçado por Brahim Díaz na final da Taça das Nações Africanas, que terminou com a vitória do Senegal na prolongação.
- Díaz tentou uma cobrança à Panenka e a bola ficou nas mãos do guarda-redes Mendy, mantendo o jogo empatado e levando ao tempo extra.
- Renard afirmou, em entrevista ao Le Parisien, que falhar um penálti é aceitável, mas que este caso corresponde a “falta de respeito” para com o país e o povo que luta há 50 anos pelo sucesso.
- O técnico lembrou ainda uma situação semelhante vivida na Taça Árabe, quando Abdullah Al-Hamdan também falhou uma Panenka e pediu desculpas publicamente.
- Díaz pediu desculpa nas redes sociais, assumindo a responsabilidade e prometendo seguir em frente para ser o orgulho de Marrocos.
Hervé Renard, antigo selecionador de Marrocos, falou sobre o penálti falhado por Brahim Díaz na final da Taça das Nações Africanas. O jogador tentou uma cobrança à Panenka e a baliza foi defendida pelo guarda-redes Mendy. O jogo seguiu para prolongamento e o Senegal acabou por vencer.
Renard afirmou, numa entrevista ao Le Parisien, que falhar um penálti pode acontecer, mas criticou a forma da cobrança, dizendo que esse tipo de falha é uma falta de respeito para com o país e o povo que luta por sucesso há décadas. O treinador liderou Marrocos entre 2016 e 2019 e já venceu duas CAN com Zâmbia e Costa do Marfim.
Numa comparação, Renard relatou uma situação semelhante na Taça Árabe contra Marrocos, em que um jogador adversário bateu à Panenka e pediu desculpas publicamente junto do grupo de imprensa. A sua memória serviu para justificar o tom da análise.
Brahim Díaz já em comunicado publicado nas redes sociais assumiu a falha e pediu desculpas pelo lance. O jogador de 26 anos mencionou a dificuldade de superar o erro, agradeceu o apoio de quem acreditou nele e prometeu continuar a trabalhar para retribuir esse apoio.
A CAN terminou com Senegal a levantar o troféu, após a definição nas grandes penalidades. O episódio com Díaz ficou como uma oportunidade de reflexão para o selecionador marroquino e para várias vozes do futebol norte-africano, segundo a análise de Renard.
O incidente gerou reação entre adeptos e especialistas, que discutiram a estratégia de penáltis na final. Numa época de provocações e pressões, o foco manteve-se no desempenho da equipa de Marrocos e na responsabilidade dos jogadores diante do erro.
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