- O Senegal venceu Marrocos por 1-0 no prolongamento para conquistar a Taça das Nações Africanas.
- A final ficou marcada por um penalty controverso nos descontos, assinalado após consulta ao VAR por falta sobre Brahim Díaz.
- O Senegal abandonou o relvado em protesto, pedido pelo selecionador Pape Bouna Thiaw, mas os jogadores retornaram após cerca de 14 minutos, em parte motivados por Sadio Mané.
- No reatamento, Brahim Díaz desperdiçou a grande penalidade ao tentar uma Panenka, defendida pelo guarda-redes Edouard Mendy.
- Aos 94 minutos, Pape Gueye inaugurou o marcador e garantiu o título para o Senegal, tornando o triunfo do país anfitrião apenas o quarto caso em 35 edições.
O Senegal conquistou a Taça das Nações Africanas ao vencer o anfitrião Marrocos por 1-0, na final disputada em Casablanca, após prolongamento. O jogo ficou marcado por uma grande penalidade nos descontos, decidida pelo VAR, e por momentos de confusão que levaram à saída dos jogadores do relvado.
A decisão controversa surgiu após uma falta de El Hadji Malick Diouf sobre Brahim Díaz, que resultou numa grande penalidade para Marrocos. O árbitro congolês Jean-Jacques Ndala confirmou a falta após consulta ao VAR, provocando protestos na comitiva senegalesa.
Sadio Mané foi a voz que convenceu a equipa a regressar ao campo, cerca de 14 minutos depois do atraso. No reatamento, Brahim Díaz desperdiçou a oportunidade de dar o título a Marrocos, ao tentar uma panenka defendida pelo guarda-redes Edouard Mendy.
No prolongamento, o Senegal rompeu o empate. Aos 94 minutos, Pape Gueye assinou o golo decisivo, garantindo o troféu para a seleção senegalesa. O triunfo coloca o Senegal numa lista seletiva de vencedores da CAN fora de casa.
A final teve apenas paralelos com três edições antigas do torneio, com o Senegal a juntar-se a casos históricos em que o campeão disputou o título diante do país anfitrião. Entre os poucos exemplos recentes, destacam-se Ghana (1965), Camarões (2000) e outras edições de referência.
Numa noite marcada por controvérsia, atraso, falhas de grande penalidade e o desfecho único em prolongamento, o Senegal levou o troféu para casa e consolidou a presença africana em competições de alto nível.
Entre na conversa da comunidade