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Iaquinta, que já dormiu no estádio, quer tornar-se campeão

Iaquinta, avançado do Sacavenense, soma dezoito golos em dezoito jogos e pretende conduzir o clube ao título distrital e à subida ao Campeonato de Portugal

Iaquinta tem sido uma máquina de fazer golos pelo Sacavenense. Foto: D.R,
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  • Iaquinta, avançado guineense de 30 anos, joga pelo Sacavenense na AF Lisboa e soma 18 golos em 18 jogos nesta época, além de 50 golos nos últimos 49 jogos disputados pelo clube.
  • Lidera a tabela de melhores goleadores da competição com 11 tentos e pretende conduzir o Sacavenense ao Campeonato de Portugal como campeão distrital.
  • Chegou a pernoitar no estádio do Sacavenense, numa camarata reservada, entre 2017 e 2021, com uma breve interrupção em 2019.
  • O jogador afirma que o Sacavenense é “uma casa” e é conhecido como Iaquinta do Sacavenense, destacando o forte vínculo com o clube.
  • O objetivo é conquistar o terceiro título de campeão distrital da AF Lisboa, o que não acontece há 16 anos, e garantir o regresso aos campeonatos nacionais.

Na AF Lisboa, o Sacavenense tem um dos seus artilheiros de referência. Malam Fati soma 18 golos em 18 jogos nesta temporada, e 50 em 49 partidas à data, marcando como titular do clube de Sacavém. O objetivo é claro: subir ao Campeonato de Portugal.

O jogador guineense, conhecido pelo apelido Iaquinta, é visto como um dos protagonistas da Liga distrital. Lidera a lista de goleadores com 11 tentos e persigue o título de campeão distrital, com vista a devolver o Sacavenense ao escalão nacional.

Iaquinta tem 30 anos e soma seis temporadas e meia de ligação ao Sacavenense, com uma passagem curta pelo Benfica Castelo Branco e duas pelo Serpa. Chegou a pernoitar no estádio numa época de 2017 a 2021, mantendo o vínculo forte com o clube.

Trajetória e fidelidade

O avançado reforça a ideia de que o Sacavenense é mais que um clube, é uma casa. A ligação com o emblema de Sacavém tornou-se central, com o técnico, colegas e adeptos a referirem-no como referência de equipa e de lealdade.

Apoiado pela história de dedicação, Fati pretende conduzir o Sacavenense ao terceiro título de campeão distrital da AF Lisboa, uma conquista que não chega há 16 anos, e garantir o regresso aos nacionais quatro anos após despromoção.

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