- O treinador Ricardo Sá Pinto, do Esteghlal de Teerão, mantém-se em segurança no Irão e tem sido acompanhado pela Embaixada de Portugal no país.
- Nesta terça-feira orientou a equipa numa partida da Taça do Irão, realizada à porta fechada, que venceram por 2-0 e garantiram os quartos de final.
- O Irão vive uma onda de protestos desde 8 de janeiro, com o governo a responder de forma vigorosa.
- A Agência HDRANA (Agência de Notícias dos Ativistas pelos Direitos Humanos) aponta que o número de mortos já sobe a pelo menos 2.571, incluindo 12 crianças e nove civis que não participavam nas manifestações.
- O HDRANA também indica que há mais de 18.100 detidos.
Sá Pinto está seguro no Irão, apesar do contexto de ebulição social. O treinador do Esteghlal de Teerão tem sido acompanhado de perto pela Embaixada de Portugal no Irão, que monitora a situação no terreno. A presença diplomática visa assegurar a integridade do técnico enquanto se mantém no país.
Nesta terça-feira, Sá Pinto orientou a equipa num jogo da Taça do Irão disputado à porta fechada, com vitória por 2-0, que garantiu o apuramento para os quartos de final. O encontro decorreu sem público, em meio às restrições em vigor no país.
Desde 8 de janeiro, o Irão tem visto uma vaga de protestos com fortes repercussões. A HDRANA, ONG de direitos humanos, indica 2.571 mortos, entre os quais 12 crianças e nove civis não envolvidos nos protestos. O organismo também aponta mais de 18.100 detenções.
Contexto das manifestações no Irão
As autoridades têm respondido com medidas enérgicas para conter as manifestações, que ganharam expressão em várias cidades. Organizações de direitos humanos destacam a gravidade da violência policial e a necessidade de proteção de civis e jornalistas.
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