- Inicio da temporada com a final da Supertaça entre Benfica e Sporting e críticas à nomeação do árbitro para o FC Porto-Benfica, com o FC Porto a reclamar da decisão do Conselho de Arbitragem, que motivou uma multa ao clube pelos lances no balneário do FC Porto-Sp. Braga.
- O FC Porto afirmou que a nomeação do árbitro pode afetar a imagem e a credibilidade do futebol português, questionando se o órgão mantém condições para funcionar com o presidente Luciano Gonçalves.
- No Dragão, o clássico teve momentos de tensão desde o início, incluindo um lance entre Prestianni e Kiwior e um cabeceamento que resultou no golo de Bednarek após corte de Rosario que bateu no braço.
- O Benfica empatou várias decisões junto à área e pediu penalty num lance de cruzamento cortado por Pablo Rosario com o braço. No primeiro tempo, Pavlidis, Dedic e Samu receberam cartão amarelo após um incidente envolvendo Pavlidis.
- Na segunda parte, menor conjunto de lances polémicos; já nos minutos finais, Leandro Barreiro caiu na área com possível pisão de Alan Varela ou Rodrigo Mora, decisão mantida pelo árbitro e pelo VAR, apesar dos protestos.
O clássico entre FC Porto e Benfica, da Taça de Portugal, voltou a colocar em foco a arbitragem e a nomeação do árbitro. A época começou com críticas aos encarnados pela escolha do árbitro na Supertaça, reforçadas pelo episódio FC Porto-Sp. Braga, agora seguido de contestação antes do apito inicial deste jogo.
O FC Porto já tinha expressado, em comunicado, que o CA tomou uma decisão que pode afetar negativamente a imagem do futebol português e a credibilidade do árbitro envolvido, citando ainda casos anteriores. O clube considerou que a nomeação não respeita a situação atual da arbitragem.
O encontro teve início no Dragão com momentos de tensão desde cedo, incluindo um choque entre Sidny Lopes Cabral e Martim Fernandes e um lance de cabeceamento que provocou sangramento num defesa portista. O Benfica pediu penálti num lance de corte de Pablo Rosario com o braço, que bateu no braço antes de Bednarek marcar de cabeceamento.
Bednarek inaugurou o marcador aos 16 minutos, após canto pela direita, diante de um lance polémico na área do Porto. Até ao intervalo houve novo protesto encarnado na área portista, envolvendo António Silva e Diogo Costa, seguido do incidente que ficou marcado pela pressão entre Dedic, Pavlidis e Samu.
Pavlidis foi o protagonista de um desentendimento com Samu, com cartão amarelo para os dois jogadores, num lance que aumentou a intensidade do clássico. A segunda parte teve menos situações para avaliação do árbitro Fábio Veríssimo, mantendo-se however a tensão entre as equipas.
Nos minutos finais, Leandro Barreiro caiu na área após pisão alegadamente de Alan Varela ou Rodrigo Mora, mas o árbitro mandou seguir. O lance foi conferido pelo VAR e confirmou a decisão, gerando protestos do banco e dos jogadores benfiquistas.
Controvérsia arbitral e críticas
O caso, já com antecedentes, intensifica o debate sobre a condução da arbitragem em jogos grandes. A direção do FC Porto aponta fragilidades institucionais no órgão responsável e teme impacto na credibilidade do futebol nacional.
Fontes ligadas ao universo da arbitragem destacam que decisões controversas alimentam perceções de parcialidade, sem que haja confirmação de irregularidades. Ainda assim, a liga mantém o procedimento de avaliação das nomeações.
Entre na conversa da comunidade