- António Raminhos afirma que a eliminação nos quartos de final é o reflexo do estado anímico do Benfica e comenta o lance de Pavlidis como demonstração, usando a metáfora de entrar numa loja cara sem comprar para explicar a época.
- Gaspar Ramos (antigo vice-presidente e Director Geral de Futebol do Benfica) realça as escolhas de Mourinho para o meio-campo, elogiando Sudakov e Aursnes e reconhecendo que foi o melhor jogo da época, mas faltou concretizar.
- Paula Lobo Antunes diz que, ao sofrerem o golo cedo, o Benfica não teve reação suficiente; entrou bem na segunda parte, mas Diogo Costa foi extraordinário e a muralha azul impediu a vitória.
- O Benfica foi eliminado da Taça de Portugal pelo FC Porto, com a derrota a provocar várias leituras entre adeptos.
Benfica foi eliminado da Taça de Portugal ao perder diante do FC Porto, nos quartos de final, numa partida em que a equipa encarnada não conseguiu reagir com eficácia após o golo inicial do rival. O jogo evidencia dificuldades em transformar ocasiões em vantagem e o impacto emocional da derrota no plantel e nos adeptos.
A análise de especialistas e figuras associadas ao clube sublinha diferentes leitura estratégicas. Enfatiza-se a importância de ajustes no meio-campo, com entradas de jogadores como Sudakov e Aursnes a contribuírem para a construção ofensiva, mas sem conseguir selar a recuperação. A avaliação aponta para uma melhoria do Benfica após o golo sofrido, embora não tenha havido sucesso na concretização.
Entre reações a título pessoal, o humorista António Raminhos associa a derrota ao estado anímico atual do clube, destacando também o lance final envolvendo Pavlidis como exemplo do momento vivido. Já Gaspar Ramos, antigo vice-presidente e Diretor Geral de Futebol, ressalta que as escolhas no meio-campo foram determinantes para o desempenho da equipa. Paula Lobo Antunes critica a falta de resposta imediata após o golo adversário, destacando a atuação de Diogo Costa como obstáculo ao triunfo do Benfica.
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