- Tomás Araújo foi o melhor jogador do Benfica em defesa e no ataque, tendo 60’ e 65’ situações de golo criadas e uma defesa segura de Diogo Costa a abrir o segundo tempo.
- Leandro Barreiro marcou no canto que originou o golo de Bednarek, aproveitando uma diferença de quinze centímetros frente ao oponente (Bednarek mede 1,89 m). Teve ainda uma oportunidade no final da primeira metade.
- Sidny Lopes Cabral estreou como titular pelo Benfica, totalizando 108 minutos, e enfrentou dificuldades (duelos perdidos frente a Martim Fernandes) com remate aos 26’ não convertido.
- Pavlidis fez esforço intenso e rematou perigosamente na segunda parte, mas falhou uma oportunidade crucial perto do minuto 90 e terminou com uma atuação ambiciosa, apesar do erro final.
- Trubin, o guarda-redes do Porto, abriu o jogo com dupla defesa a remates de Gabri Veiga e Froholdt; Bednarek fez o golo de cabeça e Diogo Costa realizou defesas importantes para manter o resultado.
Tomás Araújo foi o melhor em campo para o Benfica defensivamente e na frente do ataque, perto do golo em dois momentos. A defesa portista manteve o jogo sob controlo, com Bednarek a marcar o único golo decisivo da eliminatória. Pavlidis falhou uma ocasião que raramente acontece ao Benfica.
A eliminatória contou com pressão de ambos os lados e lances de alto nível defensivo. Trubin, guarda-redes ucraniano do Porto, fez intervenções importantes, especialmente na primeira parte, ajudando a manter a diferença apenas num golo.
No Benfica, Pavlidis lutou muito e correu imenso, mas falhou perto do final para igualar. Leandro Barreiro, em jogo de bola parada, foi o autor do golo do Porto, ao desviar de cabeça uma assistência de Gabri Veiga, num lance que definiu a eliminatória.
Desempenho individual
Tomás Araújo destacou-se pela reação defensiva e pelos remates perigosos que teve no fim da partida. A defesa de Barreiro foi bem testada pela altura do avançado polaco Bednarek, que inaugurou o marcador de cabeça.
Dahl, Ríos e Aursnes atuaram no miolo, com Ríos a sofrer uma lesão perto do intervalo e a abandonar o relvado, substituído por Sudakov. Aursnes manteve a consistência, especialmente a meio-campo, onde enfrentou os médios portistas.
Pavlidis foi o principal desequilíbrio ofensivo do Benfica, cobrindo terreno amplo e procurando espaços, mas acabou por não encontrar o remate certeiro. Sidny Lopes Cabral estreou-se titular, enfrentando dificuldades em alguns duelos com Martim Fernandes.
No lado portista, Bednarek aproveitou o cruzamento de Gabri Veiga para o cabeceamento decisivo, enquanto Borja Sainz criou situações de perigo na ala esquerda. Diogo Costa cumpriu intervenções seguras na segunda parte.
Desdobramentos
A eliminatória ficou marcada pela troca de lesões, entradas de Sudakov e a organização defensiva de ambos os lados. O Porto aproveitou a baliza de Bednarek para abrir vantagem e segurou o resultado até final, frustrando as investidas do Benfica.
Aos 90 minutos, Pavlidis tentou o golo de cabeça em cruzamento de Schjelderup, mas a defesa portista impediu o empate. Aos 60 e 65 minutos, o Benfica esteve perto de marcar, com Araújo a aparecer em boas situações de remate.
Contexto
O duelo evidenciou a necessidade de ajustamentos no ataque do Benfica, com Barreiro a marcar e a mostrar capacidade em bola parada, mas sem conseguir inverter o resultado. O Porto, por sua vez, manteve-se sólido defensivamente e soube explorar o único golo disponível.
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