- UEFA e FA estão contra a “Lei Wenger”, proposta de mudança radical à regra do fora-de-jogo.
- A ideia, apresentada por Arsène Wenger, é vista como demasiado disruptiva e pode alterar bastante a forma de jogar, levando defesas a recuar.
- A FIFA poderá apresentar aos órgãos competentes, no próximo mês, testes adicionais antes de considerar uma mudança formal no regulamento.
- Enquanto a Lei Wenger exige que todo o corpo esteja além do último defesa para considerar fora-de-jogo, as federações defendem uma solução de compromisso baseada na posição do tronco, excluindo pés, pernas e cabeça.
- A notícia cita o jornal The Times como fonte das informações.
A UEFA e a Federação Inglesa de Futebol (FA) estão contra a chamada “Lei Wenger”, que propõe uma mudança radical na regra do fora-de-jogo. A hipótese é discutida num contexto de decisões da FIFA para testes no regulamento.
Segundo o jornal The Times, as duas entidades classificam a proposta de Arsène Wenger como demasiado drástica e com potencial de alterar significativamente a forma de jogar, especialmente no posicionamento defensivo.
A FIFA prepararia uma apresentação ao International Board para o próximo mês, com a ideia de realizar novos testes antes de qualquer alteração regulatória. A posição das federações britânicas é defender uma solução de compromisso.
Proposta de compromisso e detalhes da controvérsia
A solução defendida pela FA e pela UEFA mantém a ideia de limitar o fora-de-jogo, mas com critérios menos radicais que a Lei Wenger. A proposta considera irregularidade quando qualquer parte do tronco de um atacante ultrapassar o último defensor, excluindo pés, pernas e cabeça.
Essa abordagem contrasta com a regra defendida por Wenger, na qual apenas um jogador é considerado em posição irregular se todo o corpo estiver além do último defensor. As entidades britânicas defendem um meio-termo que possa manter o equilíbrio entre ataque e defesa.
Entre na conversa da comunidade