- O Marinhense enfrenta um processo disciplinar da Federação Portuguesa de Futebol por irregularidades nas inscrições da equipa técnica.
- A questão começou com o jogo de 21 de dezembro de 2025, contra o Oliveira do Hospital, em que aparecem Aníbal Cunha (treinador principal) e Bruno Peres (treinador estagiário) sem habilitação válida.
- Aníbal Cunha não tem inscrição ativa na FPF desde a época 2022/23; Bruno Peres está inscrito no Frielas, não no Marinhense.
- O treinador principal atual, Wilson Teixeira, e o adjunto Marco Cabaço também não estavam inscritos pelo Marinhense (Cabaço apenas pelo Frielas).
- A equipa técnica tem orientado o Marinhense desde 29 de novembro de 2025, após a saída de Rui Miguel Sacramento, que também não tinha inscrição concluída; o caso já foi para a Comissão de Instrução Disciplinar.
O Marinhense, clube da Marinha Grande, enfrenta um processo disciplinar junto da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) devido a irregularidades nas inscrições das suas equipas técnicas. A situação envolve vários jogos oficiais desta temporada, disputados sem treinadores devidamente inscritos.
A denúncia tem como marco um jogo do Campeonato de Portugal, a 21 de dezembro de 2025, contra o Oliveira do Hospital. Na ficha de jogo surgiram Aníbal Cunha como treinador principal e Bruno Peres como treinador estagiário, ambos sem habilitação Regulamentar. A FPF identificou falhas sucessivas.
Situação das inscrições
Foi possível verificar que Aníbal Cunha não tem inscrição ativa na FPF desde a época 2022/23. Bruno Peres tem inscrição válida, mas apenas ao serviço de outro clube, o Frielas, não estando registado pelo Marinhense. O treinador principal anterior, Wilson Teixeira, também não estava inscrito pelo clube.
Desdobramentos
A equipa técnica que orientou o Marinhense desde 29 de novembro de 2025 inclui ainda o adjunto Marco Cabaço, com inscrição apenas pelo Frielas. Rui Miguel Sacramento, ex-treinador, já tinha a situação em análise, não tendo ainda inscrita a sua atuação nesta época.
Consequências e processos
A FPF registou o caso como relevante disciplinar, abrindo um processo que envolve o Marinhense e seis agentes desportivos: Manuel Ribeiro, Rui Sacramento, Wilson Teixeira, Marco Cabaço, Aníbal Cunha e Bruno Peres. O caso segue para a Comissão de Instrução Disciplinar.
Contexto competitivo
No âmbito da Taça de Portugal, o Marinhense disputou a quarta ronda frente ao Sporting, perdendo por 0-3. A Federação também revelou que o clube atuou naquela eliminatória sem treinador regularizado, reforçando a gravidade das irregularidades.
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