- Benfica quer responder a uma derrota pesada com uma vitória no clássico contra o FC Porto, na quarta-feira, após a derrota por 1-3 frente ao SC Braga nas meias-finais da Allianz Cup.
- Mourinho reforçou a importância do trabalho e do diálogo, com a equipa a dormir no Seixal para a preparação do jogo no Estádio do Dragão.
- O técnico luso tem a maior exigência de intensidade nos treinos, refletida na partilha de imagens de treinos com alta intensidade.
- Historicamente, o Benfica tem dificuldade no Dragão na Taça de Portugal e soma apenas três vitórias em 14 jogos disputados no recinto portista; o último clássico terminou empatado 0-0 na Liga.
- A equipa enfrenta baixas e dúvidas físicas (Otamendi, António Silva, Dodi Lukebakio, Barrenechea), com esperanças de reforços e recuperação de jogadores para reforçar o plantel em fevereiro.
O Benfica olha para o clássico com o FC Porto após uma semana de desilusão. A equipa quer responder em campo, depois da derrota por 1-3 com o SC Braga nas meias-finais da Allianz Cup. O duelo está marcado para quarta-feira, no Estádio do Dragão, em jogo a eliminar.
Mourinho pediu concentração máxima e trabalho intenso. Ao fim da derrota, o técnico luso afirmou que os jogadores dormiriam no Seixal e que o treino seguinte seria decisivo para evitar nova exibição desapontante. A ideia é manter o foco até ao clássico.
A preparação começou na quinta-feira, com início da chamada Operação Clássico. Sem folgas, o plantel realizou treinos de alta intensidade para enfrentar o FC Porto, numa semana marcada pela necessidade de reagir e de apagar a tendência recente.
Desempenho passado e contexto histórico
A equipa de Mourinho tem pela frente um registo difícil na casa azul e branca. Nos últimos 40 anos, o Benfica venceu apenas três dos 14 jogos disputados no Dragão na Taça de Portugal. Os triunfos citados são de 1974, 1982 e 2011.
O FC Porto, pela sua vez, tem dominado a história recente entre as duas equipas na prova-rainha, com constrangimentos para o Benfica em jogos decisivos ao longo das últimas décadas. O confronto no Dragão mantém-se como um marco do campeonato.
Capacidade de resposta e convocatórias
Para o clássico, o técnico vê-se obrigado a ajustar o 11 inicial devido a lesões e suspensões. Otamendi fica de fora por castigo, e surgem problemas físicos de António Silva, Dodi Lukebakio e Barrenechea. Aurasnes continua disponível, mas com limitações físicas.
Os substitutos já mostraram resposta positiva, nomeadamente António Silva, Manu Silva e Leandro Barro, que têm dado garantias na defesa e no meio-campo. A equipa também depende de reforços que podem chegar até ao fecho da janela de mercado.
Caminho seguinte e impactos no restante da época
Além do clássico, o Benfica encara uma oferta de compromissos exigentes. O próximo desafio de alto risco acontece em Turim, diante da Juventus, na Liga dos Campeões. Os azuis e brancos ocupam uma posição que exige vitória para manter hipóteses de qualificação.
Antes disso, o jogo com o Estrela da Amadora, na 19.ª jornada da Liga, está agendado para o fim de semana. Três dias depois, há nova ronda europeia ofensiva, com a receção ao Real Madrid a aproximar-se, num ciclo intenso que termina com o mercado de transferências de inverno a 1 de fevereiro.
Perspetivas de reforços e recuperação de lesões
O plantel entra fevereiro com maior profundidade prevista, face aos reforços que ainda podem chegar até ao fecho da janela. A equipa conta também com a recuperação de jogadores lesionados, o que pode influenciar as escolhas para o clássico e os jogos seguintes.
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