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Análise de Pedro Henriques aos lances capitais entre V. Guimarães e Braga

Penáltis avaliados pelo VAR marcam a final da Allianz Cup; arbitragem firme num jogo intenso, com oito amarelos, dois vermelhos e tempo extra decisivo

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Hélder Malheiro foi o árbitro da final da Taça da Liga - Foto: Miguel Nunes
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  • Hélder Malheiro foi o árbitro da final da Allianz Cup, com Gonçalo Freire e Hugo Ribeiro como assistentes, Miguel Nogueira como 4.º árbitro e João Bento e Carlos Campos no VAR/AVAR.
  • O jogo foi muito intenso (seis amarelos e dois vermelhos), com o penálti aos 56 minutos a favor do Vitória creditado ao toque na mão de Vítor Carvalho, decidido com o apoio do VAR.
  • Houve várias decisões disciplinarias importantes: cartão amarelo a Moutinho (10’), a João Mendes (15’), a Florian Grillitsch (35’), a Mitrovic (88’) e a Abascal (90’+14”); expulsão de Nélson Oliveira no banco (90’+13”).
  • Não houve penálti aos 27’, nem aos 41’ referentes a ações com o braço, segundo o relatório da equipa técnica de arbitragem; o lance de 41’ foi considerado legal.
  • O tempo extra foi de nove minutos devido a substituições, golos e a monitorização do penálti, com o árbitro a confirmar tudo no monitor e a manter a decisão final, incluindo o tempo de compensação.

O Vitória de Guimarães sagrou-se campeão frente ao SC Braga num jogo extremamente disputado, com seis amarelos e dois vermelhos. O VAR avaliou várias jogadas, seguindo-se depois as decisões do árbitro. O encontro decorreu na Allianz Cup, com destaque para os penáltis decisivos e a gestão do tempo extra.

Hélder Malheiro apitou a final, com Gonçalo Freire e Hugo Ribeiro como assistentes. Miguel Nogueira foi o 4.º árbitro, enquanto João Bento e Carlos Campos foram o VAR e AVAR, respetivamente. A equipa de arbitragem foi responsável por todo o protocolo disciplinar.

Ao minuto 10, João Moutinho derrubou Gonçalo Nogueira, interrompendo um contra-ataque. Em 15’, João Mendes cometeu falta sem bola, recebendo cartão amarelo após indicação do assistente. Em 27’, o lance de mão não teve concordância suficiente para penálti.

Em 35’, Florian Grillitsch pisou o tornozelo de Gonçalo Nogueira, com cartel amarelo adequado. Em 41’, Gonçalo Nogueira teve remate perto, e o braço de Vítor Carvalho não foi considerado determinante para penálti.

Em 56’, houve penálti convertido com intervenção de mão de Vítor Carvalho, reconhecido pelo VAR como claro. Em 67’, Pau Victor não foi alvo de penálti após contacto legal com Abascal. Em 88’, Mitrovic recebeu cartão amarelo por entrada deslizante sobre Martínez.

Nos minutos finais, o tempo extra foi de nove minutos. Em 90+8’, João Mendes acertou o peito e rosto de Víctor Gómez com o braço, resultando em penálti e amarelo. Em 90+13’, Nélson Oliveira foi expulso do banco por comportamento impróprio junto da bancada. Em 90+15’, Rodrigo Abascal viu amarelo por atraso na reposição da bola.

NOTA DO ÁRBITRO — 8. A equipa manteve o controlo disciplinar, com decisões verificadas pelo VAR e AVAR ao longo do prolongamento.

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