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Rei Charles entrega a coroa ao príncipe Ndoye

Ndoye decide a final frente ao Braga, com Charles a defender penálti nos descontos, permitindo ao V. Guimarães conquistar a Taça da Liga

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O avançado marcou o golo da reviravolta pouco depois de entrar
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  • A final da Taça da Liga ficou decidida entre V. Guimarães e Sp. Braga, em Leiria, com os vimaranenses a vencer por 2-1 após recuperação na segunda parte.
  • O Sp. Braga adiantou-se no marcador aos 17 minutos com um livre directo de Mario Dorgeles.
  • O V. Guimarães empatou aos 59 minutos, por Samu, na sequência de uma grande penalidade provocada por mão na área de Vítor Carvalho.
  • Ndoye correu com a vitória aos 83 minutos, ao emergir no segundo poste para concluir um canto.
  • Nos descontos, Charles defendeu uma grande penalidade de Rodrigo Zalazar e garantiu o troféu, confiando o título à sua equipa.

O Vitória de Guimarães venceu o Sp. Braga por 2-1 na final da Taça da Liga, disputada em Leiria. A reviravolta surgiu na segunda parte, com Nélson Ndoye a decidir aos 83 minutos, depois de Samu ter empatado aos 59.

A final opôs dois rivais históricos pela primeira vez na competição. Guimarães e Braga eliminaram Sporting e Benfica, respetivamente, para chegar ao encontro que prometia emoção e gestão de esforços ao longo da semana.

Seja pelo título ou pela incerteza do resultado, o dérbi minhoto atraiu atenções. Luís Pinto, técnico do Guimarães, destacou a preparação física e mental após a meia-final, mantendo uma leitura de equilíbrio entre as equipas.

Reviravolta e momento decisivo

Na primeira parte, o Sp. Braga adiantou-se com remate direto de Mario Dorgeles aos 17 minutos, acertando no canto superior de Charles. Ao intervalo, os minhotos já vitoriosos pela margem mínima.

No recomeço, o Guimarães equilibrou o confronto e empatou aos 59, por intermédio de Samu, convertido de grande penalidade após mão na área de Vitor Carvalho. O golo levou a partida a uma fase aberta, com oportunidades para ambos.

Aos 83 minutos, Ndoye surgiu ao segundo poste para finalizar um cruzamento esquerdo e consumar a cambalhota. Nos descontos, Charles manteve a vantagem ao negar um penálti a Zalazar, conservando o resultado até ao 90+11.

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