- Gonçalo Ramos soma dezass três gols em 25 jogos nesta época, com 1.063 minutos em campo, liderando o PSG no ataque à frente de Dembélé, Doué, Kvaratskhelia e João Neves, com seis remates certeiros a chegarem já nos descontos.
- Na época de estreia, o português tinha 14 golos e uma assistência em 40 jogos; na temporada 2024/25 passou para 19 golos e seis assistências em 46 partidas.
- Entrou aos 77 minutos na final da Supertaça Europeia, desviando de cabeça um cruzamento e levando a decisão para penalties, que o PSG perdeu frente ao Tottenham.
- O técnico Luis Enrique destacou a importância de Ramos, afirmando que está sempre pronto para ajudar, independentemente de ser titular ou suplente, e que confia no seu rendimento.
- Ramos ajudou Portugal a qualificar-se para o Mundial, marcou frente ao Rennes e ao Metz, e manteve-se como “12.º jogador” no PSG, com poucas partidas como titular e presença constante no plantel.
Gonçalo Ramos manteve-se como peça-chave no PSG, apesar de o seu tempo de jogo ter sido reduzido. Na época anterior somou 14 golos e uma assistência em 40 jogos; nesta temporada 2024/25 registou 19 golos e seis assistências em 46 partidas. O objetivo do jogador tem sido apagar dúvidas sobre o papel no plantel.
Apesar de ter entrado menos vezes no onze inicial, Ramos exibiu capacidade decisiva em momentos-chave. No encontro de apresentação da época, entrou aos 77 minutos ebisou-se num cruzamento de Dembélé, contribuindo para a polémica defesa da Supertaça Europeia que terminou com desempates.
No PSG, o francês Luis Enrique reconhece a utilidade de Ramos, independentemente do tempo de jogo. O técnico destacou que o avançado está pronto para ajudar a equipa quando solicitado, mantendo uma perspetiva positiva sobre o seu contributo. A participação recente do jogador no plantel reforçou a ideia de permanência no clube.
O campeonato francês trouxe oportunidades de impacto tardio. Ramos marcou quatro golos em seis jogos como suplente até à paragem de novembro, incluindo o golo da vitória frente ao Barcelona na Liga dos Campeões e o tento decisivo frente ao Nice na Ligue 1. Estas curiosidades reforçam a ideia de que o jogador existe como solução útil para o grupo.
Depois de ter ajudado Portugal a qualificar-se para o Mundial, Ramos manteve o papel de complemento importante no PSG, apesar de aparecer com menos regularidade do que antes. Na final da Supertaça diante do Marselha, o PSG, com Dembélé, Mendes, Vitinha e Neves titulares, acabou por vencer nos penalties, com Ramos a ser decisivo no lance final.
A performance de Ramos em 2025/26 distingue-se pela conjugação de minutos baixos com produção alta. Ao longo de 25 jogos, é o melhor marcador da equipa com dez golos, oito dos quais marcados nos minutos finais, dois deles decisivos para novos troféus. Esta tendência reforça a leitura de que o avançado continua a entregar impacto mesmo sem ser titular.
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