- O Marítimo volta a competir no domingo, em Chaves, 21 dias depois do último jogo com o Leixões.
- O técnico Miguel Moita afirma que o hiato não afectou a equipa, destacando treinos bons que deixaram os jogadores mais frescos e mentalmente fortes.
- A equipa mantém-se em 1.º lugar, após assegurar a posição na última jornada, e entra em jogo com ambição de vencer jogo a jogo até ao fim.
- Moita não revelou detalhes sobre o regresso de Xavi Grande nem sobre o mercado de janeiro, mantendo o foco no jogo frente ao Chaves e na confiança no plantel.
- Gonçalo Tabuaço continua integrado no grupo, mesmo com eventual saída, e o treinador diz não querer comentar situações ainda oficiais.
O Marítimo volta a jogar 21 dias depois do encontro com o Leixões, desta vez em Chaves. O clube da Madeira procura manter a liderança da 2ª Liga, na altura em que entra na segunda metade da época.
O técnico Miguel Moita disse que o hiato não prejudicou a dinâmica do grupo. Escrutinou o período de treinos, que permitiu aos jogadores chegar mais frescos mentalmente, mantendo a equipa preparada para o desafio de domingo.
A prioridade continua a ser vencer o jogo em Trás-os-Montes, onde o Chaves procura afirmar-se na luta pela subida. Moita destacou a força do adversário, sobretudo em casa, com apoio do público, e a necessidade de enfrentar as dificuldades com foco.
Condições do plantel e perspetivas
Moita reforçou a confiança na equipa, afirmando que o plantel está completo e que não há preocupações com o mercado de janeiro. Sobre o regresso de Xavi Grande, não houve confirmação, mantendo o foco no duelo com o Chaves.
Gonçalo Tabuaço permanece no plantel, segundo o treinador, com a continuidade no grupo condicionada apenas por questões oficiais. A preparação para a partida segue com a mesma atitude, ambição e vontade de vencer.
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