- Pedro Mantorras afirma que o processo para Florentino Luís representar Angola estava totalmente acordado, incluindo a entrega de dois carros para a mulher do jogador.
- Dizia ter estado em duas reuniões com Florentino, o empresário e o presidente da FAF, Artur Almeida e Silva, para definir as condições.
- Mantorras garante que não existiam entraves desportivos ou administrativos naquela fase.
- A negociação foi interrompida após a derrota da direcção de Artur Almeida e Silva nas eleições da FAF, com Florentino a dizer que não viria à seleção.
- O antigo avançado do Benfica acusa a atual direção de mentir sobre as razões e apela ao foco em Angola.
Mantorras revelou que a negociação para Florentino Luís representar Angola esteve conclusa, com envolvimento direto do jogador, do seu empresário e da FAF. A informação surge na sequência de polémica sobre a Suprema decisão da FAF e as eleições que redefiniram a direção. O episódio envolve ainda o clube Burnley, ao qual Florentino está ligado.
Segundo Mantorras, não havia entraves desportivos ou administrativos na altura em que decorreram as negociações. Alega ter levado a cabo duas reuniões com Florentino, o empresário e o presidente da FAF, Artur Almeida e Silva, durante as quais tudo ficou acordado mediante uma condição específica. Não houve, segundo ele, qualquer impedimento técnico.
Mantorras afirma que a condição envolvia a transferência de dois carros para a mulher de Florentino e para quem o acompanharia no processo. A conclusão do negócio, diz, apenas dependia da assinatura, antes das eleições que reconfiguraram a direção da FAF.
Relato de Mantorras
O antigo jogador aponta que a mudança de posição ocorreu após a derrota da direção nas eleições da FAF. Alega que a pessoa que Florentino pretendia que liderasse a federação perdeu, o que, na visão dele, inviabilizou a vinda do atleta para o país. Mantorras garante que a razão oficial é diferente da verdadeira.
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