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Boas entradas: análise ao impacto das primeiras ações no jogo

2026 marca a consolidação da centralização dos direitos audiovisuais, com Controlo Económico, Fair Play Financeiro, regulamentação, adjudicação de produção e venda internacional

André Mosqueira do Amaral: «A luta contra a pirataria passou do discurso à ação»
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  • A Liga Portugal avançou com a centralização dos direitos audiovisuais, incluindo a entrega antecipada do modelo de comercialização à Autoridade da Concorrência onze meses antes do prazo.
  • Houve trabalho de campo com compradores, investidores e outros intervenientes, além de ações contra a pirataria em parceria com autoridades e legisladores.
  • Foi desenvolvida uma chave de distribuição com as Sociedades Desportivas, aprovada pelo Conselho de Administração e reconhecida na Cimeira de Presidentes.
  • Em 2026, o foco será no Controlo Económico e no Fair Play Financeiro, com regulação, adjudicação da produção audiovisual e venda de direitos internacionais.
  • O objetivo doméstico é atrair mais participantes e intensificar a competição, com o objetivo de sinalizar qualidade, inovar e reforçar a proximidade ao adepto, mantendo a centralização como princípio estratégico.

Às portas de 2026, a Liga Portugal avança na centralização dos direitos audiovisuais, destacando a entrega antecipada do modelo de comercialização à Autoridade da Concorrência 11 meses antes do prazo. O processo junta colaboradores do ecossistema, compradores e investidores, com foco na sustentabilidade do produto.

Paralelamente, foram realizadas ações de campo com intervenientes nacionais e internacionais, incluindo novas plataformas digitais e outras ligas. A luta contra a pirataria ganhou operacionalidade, com cooperação entre autoridades e legisladores para proteger ativos.

Perspetivas-chave para 2026

O ano será decisivo para o Controlo Económico e o Fair Play Financeiro, com contributos das Sociedades Desportivas e a redefinição de um modelo de sustentabilidade. Seguirá o regulamento e a adjudicação da produção audiovisual, sinalizando padrões de qualidade e inovação.

A venda dos direitos internacionais tende a posicionar o futebol português no mercado externo, enquanto, a nível doméstico, o objetivo é atrair mais participantes e intensificar a competição no processo de licitação. A centralização é apresentada como princípio estratégico, não fim em si.

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