- Rúben Dias diz que o futebol surgiu naturalmente, mantendo forte ligação à escola e à aprendizagem durante a juventude, antes de ser jogador profissional.
- A carreira passou pelo Estrela da Amadora e pelo Benfica, onde diz ter recebido tudo e onde enfrentou o salto da formação para a equipa principal como um dos momentos mais desafiantes.
- Em dois mil e vinte assinou pelo Manchester City, desde então vencendo quatro Premier Leagues, uma Liga dos Campeões, além de outros troféus colectivos.
- A época atual já envolve quarenta e nove jogos em várias competições oficiais, e ele defende que a saúde dos jogadores deve ser considerada face ao aumento de jogos e lesões.
- Fora do campo, afirma que a noção de o futebol poder terminar é a parte mais difícil, planeando viajar nos seis meses iniciais após a carreira e destacando a educação como área em que pretende ter impacto.
Rúben Dias aborda, em entrevista à Forbes, o percurso que o levou ao topo do futebol. Explica que o futebol surgiu naturalmente da sua paixão, mas que sempre atribuiu grande importância à escola e ao desempenho académico. Este equilíbrio definiu grande parte do seu trajeto.
Começou no Estrela da Amadora e ganhou maior projeção no Benfica, onde integrou as camadas jovens, a equipa B e a equipa principal. Recorda que o clube lhe ofereceu tudo, tanto a nível desportivo como humano, moldando o jogador que é hoje.
A passagem para o futebol sénior é descrita como um dos maiores desafios da carreira. A atuação com jogadores experientes, após treinar com jovens, exige adaptação rápida e resiliência, afirma o jogador.
O passo para o topo
Rúben Dias destaca que chegou ao Manchester City em 2020, momento em que passou a competir na (considerada) melhor liga do mundo. Ali conquistou quatro títulos da Premier League, uma Liga dos Campeões, um Mundial de clubes e várias taças nacionais.
Relativamente ao campeonato inglês, o defesa central sublinha que a liga espelha ambição e capacidade. Reforça a ideia de que só evolui quem demonstra consistência e qualidade em alto nível.
O estado atual da carreira
Sobre o volume de jogos e lesões, Dias analisa que a temporada tem limites. A expressão de preocupação é para a saúde dos jogadores, de modo a manter a qualidade do produto final do futebol.
Quanto aos valores da indústria, o jogador reconhece que o sistema funciona por proporções. Observa que os rendimentos globais refletem o que a indústria produz, citando dados do mercado que apontam para cifras elevadas, mas acima de tudo proporcionais à produção.
Planos para o futuro
Aos 28 anos, o jogador olha para o que vem a seguir sem pressas. A prioridade é preparar a transição para a vida após a carreira, planeando um interlúdio de viagem nos primeiros seis meses depois da reforma.
Sobre o futuro profissional, encara cenários com cautela, aguardando o momento certo para tomar decisões após uma reflexão adequada. Mantém o foco na educação como área de interesse social.
A intervenção social é uma constante na sua visão. Destaca a educação como área prioritária, empenhando-se em apoiar oportunidades de aprendizagem para jovens, mantendo a ideia de que investir na educação transforma vidas.
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