- A gestão financeira do Barcelona continua com passivo elevado, superior a €1,3 mil milhões, gerando controvérsia entre dirigentes de outros clubes.
- Uli Hoeness, presidente honorário do Bayern Munique, afirmou que a dívida é intolerável e que, noutro país, haveria penalizações.
- O antigo internacional alemão disse que, com essa dívida, o Barcelona não poderia competir na primeira divisão noutro país, e que isso não acontece em Espanha.
- Hoeness criticou o modelo de gestão do Barça, defendendo uma gestão sólida e equilíbrio económico, em contraste com o Bayern.
- Segundo o ex-jogador, o Barcelona corre o risco de ruína se o modelo atual permanecer.
A gestão financeira do Barcelona volta a estar em foco após críticas de dirigentes de outros clubes, que apontam para o elevado passivo do clube catalão. O tema tem gerado debates sobre penalizações possíveis no panorama europeu.
Uli Hoeness, figura histórica do Bayern de Munique e presidente honorário do clube alemão, afirmou que a dívida do Barcelona de mais de 1,3 mil milhões de euros é intolerável. O ex-jogador de 73 anos sustentou que, com esse montante, o Barça enfrentaria restrições legais em vários países.
O antigo internacional alemão criticou o modelo de gestão do Barcelona, contrastando-o com a estabilidade econômica praticada pelo Bayern. Hoeness afirmou que o Barça depende de práticas contáveis arriscadas, o que, na sua perspetiva, pode comprometer a viabilidade financeira a médio prazo.
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