- Ricardo Ribeiro está na segunda passagem pela Oliveirense, é líder no balneário e capitão, mas não usa braçadeira por decisão do técnico Jorge Pinto.
- Na rubrica Capitães da Liga Portugal, o guarda-redes explica a diferença entre o que é fora de campo e no terreno, admitindo sentir vergonha de ver os vídeos pela intensidade.
- Agradece o acolhimento em Oliveira de Azeméis e revela o desejo de ficar em Portugal para apoiar a família.
- Destaca o ambiente familiar do clube e o apoio dos adeptos, mesmo nos momentos difíceis, apesar das limitações de condições.
- Frisa que o grupo trabalha junto, com jogadores mais jovens, para sair satisfeito no final e manter o espírito de remarmos todos pelo mesmo objetivo.
Ricardo Ribeiro, em segunda passagem pela Oliveirense, é uma das vozes de liderança do balneário e capitão da equipa, apesar de não usar braçadeira nas partidas, decisão do treinador Jorge Pinto. Na rubrica Capitães, explicou o papel no grupo e o que muda entre balneário e campo.
No balneário assume-se como pessoa simples e acessível aos colegas, que podem falar com ele sobre qualquer assunto. Em campo, confessa ser uma pessoa diferente, dominada pela intensidade e pelas emoções, o que causa sometimes vergonha ao rever os vídeos.
Agradece o acolhimento recebido em Oliveira de Azeméis e admite o desejo de permanecer em Portugal para apoiar a família. Reconhece as dificuldades de condições do clube, mas enfatiza o espírito de equipa para dificultar as adversidades e sair de cada jogo com satisfação coletiva.
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