- Jogadores de futebol recorrem a canetas emagrecedoras para perder peso rapidamente, segundo o Globo Esporte, com Joãozinho como caso ilustrativo.
- Joãozinho perdeu sete quilos em duas semanas (de 91 kg para 84 kg) usando as canetas, mas relatou fraqueza, enjoos e dificuldade ao treino.
- Em clubes, o tema é tratado como tabu e as equipes evitam comentar publicamente sobre o assunto.
- A caneta pode ajudar em curtos períodos, mas não substitui treino nem alimentação adequada.
- Existem relatos de uso no Brasileirão, principalmente entre jogadores sem contratos longos, mas clubes não confirmam publicamente.
O Globo Esporte revela o uso crescente de canetas emagrecedoras por jogadores que procuram reduzir peso rapidamente. O caso de Joãozinho, jogador fictício, ganha destaque para ilustrar a prática que tem gerado debate entre clubes e especialistas sobre saúde e ética no desporto.
Segundo a reportagem, as canetas antes usadas para diabetes passaram a ser adotadas por atletas para entrar em forma em curto espaço de tempo. Joãozinho, desempregado e sem contrato, perdeu sete quilos em duas semanas, de 91 kg para 84 kg, após iniciar o tratamento. O processo causou fraqueza e desconforto, o que limitou o treino intenso.
O jogador relatou que a interrupção das injeções trouxe melhora no rendimento. A matéria aponta que o tema é tabu nas principais divisões do futebol brasileiro e que clubes evitam comentar publicamente. Um preparador físico de um clube da Série B, que pediu anonimato, ressalta que a caneta pode ajudar na manutenção de forma entre períodos curtos ou durante lesões, sem substituir treino adequado.
Debates de saúde e ética
Segundo a apuração, há relatos de uso entre jogadores do Brasileirão para controle de peso, especialmente entre atletas com contratos não longos ou que atuam em ligas regionais. Clubes, contudo, recusaram comentar o tema. A descrição da reportagem reforça que as canetas não substituem treino e alimentação adequados, mas podem ser usadas como complemento. O tema permanece em análise entre especialistas e gestores esportivos, em busca de diretrizes claras.
A matéria conclui que a prática, embora cada vez mais comum, envolve riscos à saúde e questões éticas, exigindo abordagem cuidadosa de clubes, atletas e órgãos reguladores para assegurar segurança e transparência no esporte.
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