- O Mundial feminino de futsal contou com a presença de Portugal pela seleção e pela árbitra Filipa Prata.
- Filipa Prata é juíza da Associação de Futebol de Coimbra e tem 33 anos.
- A árbitra concedeu entrevista à Record sobre a chamada para a competição.
- Ela revelou estar dividida entre querer ver na final ela própria apitando ou as jogadoras portuguesas comandadas pela seleção de Luís Conceição.
- A notícia sublinha o papel de Portugal no torneio, com duas vertentes representando o país.
O Mundial feminino de futsal envolve Portugal de forma histórica, com a participação da seleção nacional e da árbitra Filipa Prata. A juíza da Associação de Futebol de Coimbra, de 33 anos, participou numa entrevista à Record sobre a chamada para a final. Apontou que o cenário ideal seria ver, na decisão, a final com ela a apitar ou com as jogadoras portuguesas a competir.
Futebol de salões, futsal feminino e arbitragem passam a conviver num único momento de destaque para o país. Portugal está representado em duas frentes: a equipa comandada por Luís Conceição e a árbitra Filipa Prata, que também faz parte do historial do primeiro Mundial feminino da modalidade.
Filipa Prata descreveu o seu dilema pessoal durante a entrevista, admitindo estar dividida entre desejar apitar a final ou ver as portuguesas a alcançar o último jogo. A decisão, no entanto, caberá aos regulamentos da competição e às escolhas da organização.
Dilema de Filipa Prata
A árbitra de Coimbra afirmou que a chamada para a final a envolve de forma especial, pela responsabilidade que carrega e pelo orgulho de representar Portugal, tanto como juíza como parte do universo desportivo nacional.
Ao falar com a Record, a dirigente reforçou que o Mundial já é um marco histórico para o futsal feminino em Portugal, independentemente do desfecho da final. A avaliação final sobre quem estará na mesa de arbitragem deverá depender das regras oficiais da competição.
Entre na conversa da comunidade