- Um chip de sensor de movimento de 500 Hz na bola permitiu confirmar que Matanovic tocou na bola antes de Gvardiol, anulando o lance e evitando o empate a duas mais cedo.
- O controlo de movimento foi fornecido ao VAR, apresentado como um eletrocardiograma que mostra claramente o toque do jogador croata.
- A jogada surgiu aos 13 minutos dos descontos da segunda parte, quando Gvardiol rematou para o golo após cruzamento.
- O árbitro avaliou também o toque de Renato Veiga, concluindo que não foi intencional.
- Como o toque de Veiga não foi considerado deliberado, a jogada ofensiva croata foi anulada e o golo não valeu.
Um golo disputado entre Portugal e Croácia no Mundial foi anulado após análise tecnológica. O lance ocorreu aos 13 minutos de descontos da segunda parte, com Gvardiol a rematar para a baliza.
A chave esteve num chip de sensor de movimento de 500Hz inserido na bola, que regista cada toque e movimento. O VAR consultou os dados, apresentando um registro onde consta que Matanović tocou na bola antes de Gvardiol.
A jogada foi controversa, porque o toque de Renato Veiga também apareceu no registo. O árbitro analisou apenas se o toque do central português foi intencional; concluiu que não houve intenção e que a jogada não devia interromper a ofensiva croata, resultando na anulação do lance.
Tecnologia no jogo
O sistema permite ver, de forma granular, quem tocou a bola e em que momento. Os dados foram usados para confirmar o posicionamento de Matanović, que poderia ter colocado Gvardiol em posição de fora de jogo.
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