- O selecionador da Espanha, Luis de la Fuente, elogiou a vitória por três gols a zero sobre a Áustria nos 16 avos de final do Mundial e destacou o desempenho coletivo e individual.
- Disse ter motivos para estar feliz, quer manter o processo de melhoria contínua e acredita que a equipa ainda não atingiu o seu teto.
- Indicou que houve bons momentos defensivos, mas alguns ajustes na pressão nos primeiros vinte minutos; após a hidratação, o nível foi muito alto.
- Afirmou que o próximo adversário será muito mais difícil, independentemente de quem seja, exigindo maior rendimento da equipa.
- Referiu o recorde de minutos de Unai Simón sem sofrer golos, valorizando a ligação entre o treinador e o guarda-redes e o reconhecimento mundial do jogador.
O selecionador espanhol Luis de la Fuente destacou a vitória da Espanha sobre a Áustria por 3-0, nos 16 avos de final do Mundial, como um passo importante para a equipa manter o processo de evolução. O resultado garantiu passagem à fase seguinte, com a equipa a exibir um desempenho sólido e individualmente destacado.
Para o treinador, a vitória criou boa imagem e confirmou o crescimento da equipa, ainda que exista margem para melhorar em todos os aspetos. A Roja enfrentará o próximo adversário com ambição, num encontro que exige maior rendimento e consistência.
Desempenho e próximos desafios
De la Fuente elogiou a entrega defensiva e o comportamento dos jogadores, identificando falhas na pressão nos primeiros 20 minutos e a necessidade de mais eficácia ofensiva. Depois da hidratação, o grupo atingiu um nível elevado e soube manter o bloco defensivo firme.
O técnico também sublinhou que cada jogo impõe dificuldades distintas e que o próximo embate exigirá esforço ainda maior, independentemente do adversário. A equipa permanece ambiciosa e em evolução contínua.
Recorde de consistência de Unai Simón
O treinador comentou ainda o recorde de minutos sem sofrer golo do guarda-redes Unai Simón, destacando a ligação entre ambos desde o Europeu de 2019. A vitória foi encarada como mérito coletivo, com Simón a receber reconhecimento mundial pela performance.
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