- O período de descontos da segunda parte do Portugal-Croácia foi de dezoito minutos e cinquenta e um segundos, o maior de sempre em Mundiais.
- O árbitro Espen Eskas, da Noruega, concedeu dez minutos de compensação, tempo que acabou por quase triplicar.
- Gonçalo Ramos marcou aos 90’+3, prolongando ainda mais o tempo de descontos.
- Aos 90’+13, o golo de Gvardiol foi anulado pelo VAR, mantendo o jogo interrompido por várias jogadas.
- No final, a compensação totalizou dezoito minutos e cinquenta e um segundos, ultrapassando os quatorze minutos e três segundos do Inglaterra-Irão em 2022.
O segundo tempo do Portugal-C Croácia teve o período de descontos mais longo já registado numa fase de grupos de Mundiais. O árbitro norueguês Espen Eskas acrescentou 10 minutos, mas o tempo acabou por quase duplicar.
Gonçalo Ramos abriu o período de acréscimos ao marcar aos 90’+3. Aos 90’+13, o golo de Gvardiol foi anulado pelo VAR, prolongando ainda mais as interrupções. O jogo permaneceu com várias paragens até ao final.
No total, a compensação atingiu 18 minutos e 51 segundos, tornando-se o maior período de descontos de sempre em Mundiais, superando os 14 minutos e 3 segundos entre Inglaterra e Irão em 2022.
Detalhes do tempo de compensação
A alocação inicial de 10 minutos foi ultrapassada por decisões que atrasaram o jogo. A intervenção do VAR no golo anulado contribuiu para o prolongamento, que afetou o desenrolar do encontro.
Os fãs assistiram a uma conclusão marcada pela pressão de Portugal e pela esperança de reviravolta. A duração invulgar do tempo de desconto ficou registada como recorde mundial.
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