O treinador Carlos Queiroz voltou a comentar o árbitro e o VAR após o jogo entre Gana e Inglaterra, no Mundial 2026. O penálti por marcar na área inglesa foi o centro da polémica, com o árbitro Said Martínez a não recorrer ao VAR nem a consultá-lo.
Queiroz afirmou que o VAR deveria existir para apoiar os árbitros e que a seleção ganesa já deveria ter seis pontos, referindo-se ao lance decisivo no minuto 78, em Foxborough, Massachusetts. O ganês Prince Adu foi derrubado na área por Ezri Konsa, com os dois pés levantados.
O antigo selecionador português criticou o funcionamento do sistema de videoárbitro, afirmando que o VAR foi criado para ajudar o apito final a ser correcto e que não há justificação para falhar. Analisou ainda que o VAR já deveria ter evoluído desde a sua introdução.
Semenyo, avançado ganês, reconheceu que os jogadores deviam protestar mais junto do árbitro para pressionar pela consulta ao VAR, apontando a frustração causada pela não revisão do lance.
Queiroz já participou em cinco fases finais de campeonatos do mundo, incluindo passagens por Portugal (2010) e pelo Irão (2014, 2018, 2022). Em antevisão ao próximo jogo, o confronto com a Croácia, o técnico destacou dúvidas sobre a eficácia atual do VAR.
A Inglaterra lidera o Grupo L, com quatro pontos, empatando com Gana. Croácia segue com três pontos e Panamá permanece sem registo. O duelo entre Gana e Croácia está previsto para a ronda seguinte, no sábado.
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