As pausas para hidratação implementadas pela FIFA para o Mundial de 2026 têm gerado críticas entre especialistas e entidades desportivas. A medida visa permitir que jogadores parem o jogo para reidratar, alegadamente para melhorar o desempenho e a segurança.
Daniel Sá, diretor executivo do IPAM e colunista do Record, aponta que a Liga portuguesa não deve rejeitar um formato semelhante. O responsável sublinha o potencial de receita associado a esse tipo de interrupção.
Reação e impactos
A posição de Sá reforça a possibilidade de adoção de pausas adicionais em ligas domésticas, caso a FIFA mantenha o modelo no Mundial’26. A discussão envolve aspetos comerciais, operacionais e de contacto com o público.
A recomendação é acompanhar a evolução do debate, com possíveis avaliações de impacto na duração dos jogos, na gestão de castigos e na experiência do adepto, antes de qualquer decisão a nível nacional.
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