- Carlos Queiroz assumiu o comando do Gana a 13 de abril e já alterou a linha defensiva de cinco para quatro jogadores, ajustando também a pressão.
- No Mundial de 2026, o Gana venceu o Panamá na estreia, com golo de Caleb Yirenkyi aos 90+5, após assistência de Thomas-Asante.
- Nesta terça-feira, o Gana defronta a Inglaterra, procurando liderar isoladamente o Grupo L e garantir uma vaga na fase seguinte.
- A Inglaterra derrotou a Croácia por 4-2 na primeira jornada; o Gana aposta na fisicalidade e na velocidade das transições para novo desafio.
- Com Queiroz no leme, o grupo aponta para uma missão assegurada, mantendo foco na qualificação e afastando dúvidas externas.
O Gana, sob a liderança de Carlos Queiroz, entra num momento de transformação e ambição com a seleção africana já qualificada para o Mundial de 2026. O foco está em assegurar a liderança isolada do Grupo L frente à Inglaterra, em jogo decisivo para a próxima fase. A partida decorre nos Estados Unidos, em hora e local ainda por confirmar, mas com potencial de decidir o afastamento dos adversários.
Desde a chegada de Queiroz, o Gana alterou a sua mentalidade e a forma de jogar. O tradicional eixo defensivo de cinco voltou a dar lugar a uma linha com quatro jogadores, alterando também a pressão a partir do meio-campo. Os três jogos oficiais já realizados servem como referência inicial desse processo de evolução tática.
Na estreia do Mundial 2026, o Gana venceu o Panamá no Canadá e abriu o grupo com vitória tardia. Caleb Yirenkyi, aos 90+5 minutos, garantiu o triunfo após uma assistência de Thomas-Asante. O triunfo foi conquistado com menos posse e menos remates, mas com maior eficácia nas ações no último terço.
A equipa tem reforços de peso que potencializam a ideia de jogo proposta por Queiroz. Antoine Semenyo e Caleb Yirenkyi aparecem como referências, com o médio a explorar o terreno com mobilidade e incursões rápidas. A formação ganesa aposta na pela verticalidade dos ataques e na eficiência na finalização.
Para o encontro com a Inglaterra, o conjunto africano prepara-se para lidar com os duelos pela profundidade. A seleção inglesa, que venceu a Croácia na primeira jornada, reúne argumentos para dificultar a vida ao adversário, exigindo concentração máxima e um encaixe sólido defensivo.
Thomas-Asante assinala o espírito do grupo, dizendo que não existe pressão externa e que a equipa vive a missão com confiança. A mensagem chega num momento de mudança de paradigma, em que o Gana procura manter a reputação de competitividade no palco mundial.
Agora, depois do triunfo sobre o Panamá, o Gana aponta o objetivo de repetir o feito frente aos Estados Unidos e consolidar o favoritismo no grupo. O duelo com a Inglaterra promete definir o posicionamento na fase seguinte e confirmar a evolução iniciada com Queiroz ao leme.
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