- Ticha Penicheiro, residente em Miami e campeã da WNBA em 2005, esteve em Palm Beach, no início da semana, junto da zona de Imprensa em Portugal.
- Disse que estar perto da seleção é como sentir um cheirinho de Portugal e que veio apoiar.
- Acha que falta uma taça e que, para os portugueses, essa Taça pode vir a Portugal; realça a importância da união e da química para vencer competições de alto nível.
- Afirmou que o primeiro resultado soube a amargo num Mundial competitivo em que não há jogos fáceis.
- Enfatizou a necessidade de vencer o Uzbequistão e lembrou que, tal como no Europeu, também pode haver empate; o foco está em como termina a competição.
Ticha Penicheiro, campeã da WNBA em 2005, vive em Miami e esteve em Portugal no início desta semana, passando pela zona de Imprensa em Palm Beach. A antiga atleta reuniu-se com a imprensa portuguesa para falar sobre o apoio à seleção nacional e sobre as aspirações do país na competição.
A ex-jogadora afirmou que a Taça que falta para Portugal é motivo de orgulho nacional e manifestou fé numa história semelhante à do Europeu. O objetivo é manter a união e a química da equipa para vencer o Uzbequistão e seguir na competição.
Contexto e expectativas
Penicheiro lembrou que o primeiro resultado deixou um sabor amargo, mas realçou que o Mundial é competitivo e há jogos difíceis. A residente em Miami destacou a necessidade de manter a confiança e a mentalidade vitoriosa para enfrentar os próximos jogos. A autora do comentário reforçou a importância de manter o foco coletivo.
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