- Carlos Ponck, central de 35 anos do AVS SAD, é internacional cabo-verdiano em 24 ocasiões.
- Em declarações à Record, o defesa já jogou com o médio na seleção e no Chaves.
- Ponck diz que Cabo Verde ter empatado com Espanha na estreia no Mundial’2026 encoraja, e que o 1-1 com o Uruguai não surpreendeu quem acompanha a equipa.
- O jogador reforça que a geração cabo-verdiana está a marcar presença histórica no panorama internacional.
Carlos Ponck, central cabo-verdiano de 35 anos do AVS SAD, analisa a relação entre as bolas paradas de Kevin Pina e o desempenho da seleção de Cabo Verde no Mundial’2026. Em entrevista à Record, o jogador com 24 caps na canarinha diz que a equipa sabe explorar os pormenores das jogadas estáticas.
Ponck recorda que Cabo Verde já tinha conseguido um nulo diante da Espanha, atual campeã europeia, na estreia no Mundial. O defesa reforça que o empate por 1-1 com o Uruguai não surpreendeu, dada a qualidade dos adversários e a forma como a equipa tem trabalhado as transições ofensivas.
Sobre Kevin Pina, Ponck elogia a eficiência das bolas paradas do médio, destacando a leitura do jogo e a capacidade de colocar a bola onde há menos espaço para o adversário. O central aponta que essa assertividade tem ajudado a manter a equipa competitiva nas partidas mais exigentes.
O técnico de Cabo Verde ainda não abriu balanços oficiais, mas reforços para o setor defensivo têm sido mantidos como prioridade para o estágio seguinte da competição. O foco continua na organização defensiva e na eficácia nas posições de conclusão.
A notícia realça que o grupo cabo-verdiano entra numa fase decisiva do torneio, com jogos que exigem concentração máxima e aproveitamento de cada oportunidade de bola parada. A comissão técnica mantém o planeamento voltado para o equilíbrio entre defesa e ataque.
Entre na conversa da comunidade