- A Gillette viu o seu nome coberto no estádio de Boston, onde decorre o Mundial de 2026, à semelhança do que aconteceu com a Levi’s em San Francisco.
- A FIFA proibiu patrocinadores de aparecerem no nome dos estádios, levando ao ocultamento do símbolo da Gillette.
- Nas redes sociais, a Gillette deixou uma imagem do símbolo do estádio coberto com espuma de barbear, com a mensagem: “Pelo menos pudemos escolher como o cobrimos”.
- A Levi’s respondeu de forma bem-humorada à publicação da Gillette, sugerindo favoritismo entre marcas.
- A FIFA também cobriu símbolos nas cadeiras do estádio, com tiras adesivas aplicadas em mais de 64 mil cadeiras.
O estádio que recebe jogos do Mundial 2026 em Boston voltou a ter o nome da marca tapado, seguindo o exemplo da Levi’s em San Francisco. A Gillette juntou-se à ação e utilizou uma cobertura que lembra espuma de barbear para ocultar o lettering original.
À semelhança do que ocorreu com a Levi’s, a fachada do estádio não exibe agora o nome da Gillette. Nas redes sociais, a marca publicou uma imagem do símbolo coberto, com a legenda: “Pelo menos pudemos escolher como o cobrimos”.
A FIFA também procedeu à ocultação de símbolos nas cadeiras do recinto. Segundo a imprensa, foram coladas tiras em mais de 64 mil assentos, para esconder publicidade relacionada com marcas não autorizadas.
A reação no Instagram foi rápida. A Gillette fez uma alusão à decisão da FIFA, que impõe restrições de patrocínio, enquanto a Levi’s respondeu com humor, sugerindo favoritismos. Não houve confirmação oficial adicional sobre o alcance das ações.
O objetivo das medidas é impedir que marcas utilizadas como patrocinadoras que não têm acordo formal apareçam nos estádios durante o Mundial, mantendo o foco na organização e nas partidas. A FIFA ainda não divulgou um comunicado detalhado sobre o processo.
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