A seleção do Irão já aterrou nos Estados Unidos, mais concretamente na Califórnia, onde vai defrontar a Nova Zelândia na madrugada de terça-feira, em jogo da jornada inaugural do Grupo G no Mundial. O deslocamento ocorreu na véspera do confronto.
Bastante do grupo ficou em México por questões de vistos: analistas, fisioterapeutas, staff e alguns diretores da federação não receberam a autorização para entrar nos EUA. A viagem seguiu com parte da comitiva direta ao estádio, enquanto os demais aguardaram.
A comitiva iraniana integra o departamento médico chefiado por Paulo Araújo, conhecido como Dr. Milagres, que recebeu apoio da embaixada de Portugal no México para acelerar o processo de visto. O regresso ao México está previsto logo após o apito final.
Na véspera, já antes da partida, iranianos receberam forte apoio de vários compatriotas junto ao centro de treinos onde estão instalados, que acompanharam a equipa durante a preparação para o duelo com a Nova Zelândia.
Vistos pendentes e deslocação
A ausência de vistos limitou a presença de parte da equipa técnica e administrativa no início da viagem aos EUA. A federação iraniana não confirmou novas informações sobre datas de entradas futuras de todos os membros retidos em território mexicano.
Apoio institucional e logística
Segundo relatos, a embaixada de Portugal ajudou a acelerar a obtenção de vistos para alguns elementos do staff médico. A organização do Mundial envolve várias delegações com procedimentos de entrada diferenciados, o que explica a situação observada.
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