- Gonçalo Ramos e Nuno Mendes, jogadores do PSG, falaram no podcast watch.tm sobre o Mundial de 2026 e sobre a preparação da Seleção Nacional para o jogo com o Uzbequistão.
- A estreia de Portugal no Mundial é diante da RD Congo, na primeira jornada, quarta-feira, às 18 horas.
- O presidente da RD Congo, amigo do presidente do PSG, visitou o balneário após a final da Champions e revelou um comentário diplomático sobre o Mundial.
- Ramos disse: “vocês vão perder com o Congo mas ganhar o Mundial”, numa leitura apresentada como diplomática.
- Mendes considerou a RD Congo mais difícil que os uzbeques, pela maior fisicalidade e qualidade, salientando que muitos congoleses jogam na Europa.
A notícia de hoje aborda um episódio revelado por Gonçalo Ramos e Nuno Mendes, ambos jogadores do PSG, no podcast watch.tm. Durante a entrevista, os atletas falaram sobre a preparação da Seleção Nacional para o Mundial de 2026, incluindo o próximo jogo com o Uzbequistão, e mencionaram uma ocorrência ligada à RD Congo. O encontro ocorreu no balneário do PSG após a final da Champions, segundo os atletas.
Segundo os testemunhos, o presidente da RD Congo, amigo do presidente do PSG, esteve no balneário depois da partida decisiva e trocou palavras com a comitiva. A informação é apresentada como parte de uma leitura diplomática do contexto, com referência à motivação dos jogos no Mundial. Ramos indicou que esse encontro deixou a impressão de que a RD Congo é considerada pela própria equipa como adversário potencialmente físico.
Ainda no diálogo, Mendes comentou que, na perspetiva dele, a RD Congo poderá representar um desafio maior que o Uzbequistão, devido ao seu estilo de jogo e à experiência de alguns jogadores que atuam na Europa. O jogador do PSG mencionou que muitos atletas congolenses atuam no continente europeu, ao passo que a maioria dos uzbeques atua na liga local, com exceção de um central que joga no Manchester City. Estas observações foram apresentadas no contexto da preparação para o Mundial, sem detalhes operacionais sobre a formação da seleção.
Entre jogadores e cenários do Mundial
- Ramos e Mendes assumiram que a experiência de disputar o Mundial, a cada quatro anos, motiva as equipas.
- A conversa inseriu a necessidade de analisar adversários com base no histórico recente de competições internacionais.
- A entrevista reforçou a curiosidade sobre a importância de ajustar estratégias para diferentes estilos de jogo ao longo do torneio.
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