O Mundial de 2026 abriu-se com uma mirada à globalização do futebol. Pelas 48 seleções em competição, 289 jogadores vão representar uma federação que não é a de nascimento. Isto significa que 23,2% dos 1248 futebolistas não nasceram no país que defendem.
Este fenómeno marca a edição mais global de sempre, superando marcas anteriores. No Catar, em 2022, eram 137 atletas (16,5%), enquanto em Coreia do Sul e Japão, em 2002, apenas 63 futebolistas jogavam por seleções diferentes do berço.
A escalada de migração, naturalização e mobilidade histórica de famílias cria equipas diversas e com ligações transfronteiriças. A notícia evidencia mudanças demográficas no desporto e o impacto de transições entre países no alto nível do futebol.
Os números refletem ainda a influência de processos de naturalização, educação internacional e escolhas desportivas que aproximam culturas distintas. Enquanto o Mundial avança, permanece a leitura sobre identidade, representatividade e fronteiras no futebol global.
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