- A Alemanha organizou o Mundial de 2006, 32 anos depois de vencer em 1974, então como a antiga República Federal da Alemanha (RFA).
- O futebol apresentado não foi dominante; surgiram apenas lampejos de equipas com qualidade suficiente para se destacar, com Brasil, Argentina e Espanha à cabeça, sem chegarem às meias-finais.
- Ronaldo tornou-se o melhor marcador de sempre do Mundial, com 15 golos, ultrapassando Gerd Müller (14) e Pelé (12).
- Zidane disputou o seu adeus ao torneio no jogo decisivo, sendo expulso por agressão a Materazzi.
- A expetativa de vitória alemã era baixa, com apenas 3% da população a acreditar no título.
A Alemanha acolheu pela quarta vez um Mundial, 32 anos após o título de 1974 como RFA. O rendimento geral não revelou uma seleção dominante, mas mostrou momentos de qualidade individual que se destacaram.
A competição ficou marcada por várias formações que tiveram lampejos, com Brasil, Argentina e Espanha entre os mais visíveis, sem chegarem às meias-finais. Ronaldo tornou-se o melhor goleador do torneio, somando 15 tentos.
Os alemães chegaram com expectativas baixas: apenas 3% dos fãs acreditavam no título. Zidane deixou a sua marca no torneio ao terminar o percurso pela equipa de França com uma expulsão no jogo decisivo.
Destaques e contexto do torneio
A prova serviu também para confirmar a ausência de um domínio claro, com várias seleções a alternarem bons momentos e resultados apenas pontuais, sem consolidar uma hegemonia ao longo do campeonato.
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