O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que o Mundial de 2026 é um momento de celebração global. Disse estar feliz por ver a bola rolar em poucas horas, no México, numa conferência no Estádio Azteca, um dia antes do início do torneio coorganizado por México, Canadá e Estados Unidos. Reforçou que o evento traz alegria e espera uma atmosfera positiva durante o campeonato.
Na ocasião, Infantino destacou a presença do Irão no torneio, apesar das tensões políticas na região. O Irão foi obrigado a instalar a sua base em Tijuana, após restrições de vistos impostas pelos EUA a parte da comitiva iraniana. O presidente da FIFA também comentou a situação de forma crítica ao árbitro somali Omar Artan, impedido de entrar nos EUA, alegadamente devido a ligações com grupos suspeitos de terrorismo. Disse que é lamentável, mas que a organização não controla tudo.
Desdobramentos diplomáticos e atletas em foco
Paralelamente, Infantino pediu compreensão sobre uma outra situação internacional, ao mencionar um possível perdão presidencial ao jornalista francês Christophe Gleizes, detido na Argélia. Afirmou esperar que Gleizes receba clemência, permitindo que se junte ao Mundial caso haja um indulto.
Estrutura do Mundial e participação de Portugal
O Mundial 2026 decorre entre 11 de junho e 19 de julho e terá 48 seleções pela primeira vez. A fase de grupos apura-se com os vencedores de cada grupo e os oito melhores segundos e terceiros. Portugal integra o Grupo K com Uzbequistão, República Democrática do Congo e Colômbia, disputando a passagem à fase seguinte.
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