O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi recebido como herói em Mogadíscio após ser impedido de entrar nos Estados Unidos, onde iria participar, como árbitro, no Mundial 2026. Artan garantiu que estará no Mundial de 2030.
O FAA informou que Artan não poderia viajar para os EUA, um dos anfitriões do Mundial 2026, que também inclui Canadá e México. A FIFA confirmou que o árbitro não poderá apitar ou treinar no torneio em 2026.
Na segunda-feira, Artan, de 34 anos, teve a autorização de entrada negada pelos EUA. A FIFA afirmou que a decisão não interfere nos procedimentos de imigração do país anfitrião, incluindo a concessão de vistos.
Contexto do Mundial 2026 e impacto
O Governo da Somália classificou a decisão como lamentável e destacou a possibilidade histórica de ter o primeiro árbitro somali num Mundial. A partida de 2026 ocorrerá nos EUA, Canadá e México, em 2026.
Reações oficiais em Mogadíscio
O Ministério da Juventude e Desporto da Somália disse que trabalha com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para esclarecer a situação junto das autoridades americanas e da FIFA. Artan é considerado um representante do desporto somali.
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