O Mundial de 1978, realizado na Argentina, terminou com a vitória da seleção anfitriã sobre a Holanda por 3-1, após prolongamento. O gol decisivo aproximou o país de um triunfo histórico, com o jogo a manter-se 1-1 até perto do fim.
A final foi disputada numa altura de regime militar. O governo de Videla assegurou que o Mundial se ia desenrolar sem incidentes, apesar das críticas internacionais e do uso político do evento para melhorar a imagem do país.
No desenrolar da competição circularam dúvidas sobre arbitragens e decisões polémicas, com alegações de favorecimentos. O histórico de controvérsias inclui a perceção de que alguns lances tinham impacto decisivo na qualificação.
O contexto político dominava o cenário desportivo, já que o país vivia sob repressão. A relação entre o regime e o desporto gerou debate sobre a liberdade de expressão, fiscalização de instituições e o papel do futebol como válvula de escape.
Entre rumores históricos, destaca-se a referência a confrontos com equipas e jogadores que, segundo relatos, teriam sido alvo de manipulações parabeneficiar a seleção da casa. Tais relatos permanecem sob análise histórica e jornalística.
Entre na conversa da comunidade