- O Mundial’2026, nos EUA, México e Canadá, terá temperaturas e humidade elevadas, aumentando o risco de desidratação.
- O especialista Stephen Smith afirma que a perda de água pode exceder 1,4 kg por hora, levando a pausas de hidratação de três minutos em cada período.
- Relvados quentes secam mais rapidamente e endurecem, o que reduz o rendimento físico e favorece a rotação de jogadores.
- A velocidade do jogo não deve mudar, mas a gestão física e as mudanças de jogadores podem influenciar aspetos táticos.
- O Mundial arranca quinta-feira com México vs África do Sul (20h); Portugal inicia no dia 17 frente à República Democrática do Congo (18h).
O Mundial 2026, que se realiza nos EUA, México e Canadá, deverá testar o calor e a humidade, com impacto direto na preparação física das seleções. Especialistas alertam para riscos de desidratação acentuada durante os jogos.
Segundo um especialista em lesões desportivas contactado pelo The Sun, as condições previstas podem levar a perdas de água superiores a 1,4 kg por hora. Para mitigar o efeito, a FIFA prevê pausas de hidratação de três minutos em cada parte e bancos com controlo de temperatura.
O calor aumenta a secagem dos relvados e pode reduzir a performance, exigindo rotação mais frequente de jogadores. A análise aponta ainda para desvios de mecânica de receção no solo, com possíveis impactos táticos caso uma equipa mantenha o mesmo ritmo físico ao enfrentar substituições.
O torneio terá início com a partida México-Sudáfrica, marcada para as 20h, hora local. Portugal entra no Mundial no dia 17, diante da República Democrática do Congo às 18h, também horário de Portugal Continental.
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