Carlos Godinho, antigo diretor das seleções da FPF, afirmou nesta terça-feira que o Mundial 2026 será exigente para Portugal, elogiando o capitão Cristiano Ronaldo. A entrevista foi à agência Lusa.
Godinho, que teve 50 anos de ligação à Federação, destacou que a mudança de continente e as viagens pesadas vão dificultar o desempenho. A competição decorre de 11 de junho a 19 de julho, nos EUA, Canadá e México.
Mesmo reconhecendo a qualidade dos jogadores, o ex-dirigente rejeita favoritismo. Afirmou que Portugal tem condições, mas depende de muitos factores que influenciam o rendimento na fase inicial e ao longo do torneio.
Desafios do Mundial e o papel de Ronaldo
O entrevistado apontou que o primeiro jogo, frente à República Democrática do Congo, a 17 de junho, é decisivo apenas em parte. Destacou a importância de manter o estado de espírito, cansaço e gestão de horários.
Sobre Ronaldo, Godinho lembrou o percurso do avançado, que disputará a sexta fase final de um Mundial. Disse que o capitão cresceu muito com jogadores experientes ao longo da carreira.
O técnico lembrou que o Mundial é disputado por três países, com jogadores com muitos jogos, o que reforça a necessidade de gestão física. Não foram divulgadas previsões sobre o resultado final.
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