- O neozelandês Tim Payne passou de cerca de 5 mil seguidores no Instagram para mais de 800 mil em um único dia, antes do Mundial de 2026.
- A explosão de seguidores deve-se a um desafio lançado pelo influencer argentino Valen Scarsini, que pediu aos fãs para apoiarem Payne.
- Scarsini pediu que as publicações de Payne recebessem gostos e comentários e incentivou criar conteúdos a alimentar a “lenda” do jogador.
- A contagem subiu de pouco mais de 4 mil para cerca de 804 mil, no momento da redação.
- O próprio Payne já soma cerca de 805 mil seguidores, com a esperança de alcançar o milhão em breve.
Tim Payne, jogador da Nova Zelândia e do Wellington Phoenix, passou de desconhecido a fenómeno de redes sociais numa única ação de um influencer argentino. O crescimento ocorreu no decorrer de ontem, em plena preparação para o Mundial de 2026.
Até ao início do dia, Payne tinha cerca de 5 mil seguidores no Instagram. Na sequência do desafio lançado, atingiu números surpreendentes, com mais de 800 mil fãs hoje. A trajetória acelerada é atribuída ao impulso gerado pela iniciativa de uma só ideia.
A origem do fenómeno
O influencer argentino Valen Scarsini, conhecido como elscarso, criou um desafio para promover o jogador menos seguido entre as seleções que vão disputar o Mundial. O objetivo era reunir apoio global para Payne, independentemente da nacionalidade dos fãs.
A proposta consistia em seguir o jogador, interagir com as suas publicações e partilhar conteúdos que o tornassem tema de conversa. O movimento já gerou vídeos e fotos associadas ao desafio, com a promessa de manter a aposta até ao arranque do Mundial.
Reação e desdobramentos
A reação foi rápida: o número de seguidores de Payne disparou de forma abrupta, passando de pouco mais de 4 mil para mais de 804 mil na altura em que este texto é redigido. O caso vira notícia por demonstrar o poder de viralidade de uma única iniciativa online.
Até ao momento, as contas oficiais do jogador permanecem ativas e o perfil já contabiliza milhares de interações por minuto. Resta saber se o crescimento se manterá ao longo do Mundial e como poderá influenciar a visibilidade da selecção da Nova Zelândia.
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