- O diretor da Bahrain Victorious elogiou o “excelente final” de Afonso Eulálio na etapa, mas disse que os ataques não estavam planeados.
- Eulálio caiu a cerca de 50 quilómetros do fim da 18.ª tirada da Volta a Itália, após tentar agarrar um saco na zona de abastecimento.
- O ciclista português regresou ao pelotão cerca de 15 quilómetros depois e lançou dois ataques nos últimos quilómetros, com a última investida neutralizada a 2.000 metros da meta.
- Eulálio terminou a etapa integrado no pelotão, a 3:46,50 do vencedor Paul Magnier, mantendo o quinto lugar da classificação geral a 5,40 minutos de Jonas Vingegaard.
- Na sexta-feira disputa-se a 19.ª etapa, com o Passo Giau, nos Dolomitas, num percurso de 151 quilómetros e seis contagens de montanha.
O diretor da Bahrain Victorious elogiou o final da 18.ª etapa da Volta a Itália, destacando o excelente desfecho de Afonso Eulálio, mas afirmou que o ataque do camisola/branca não estava nos planos. A queda de Eulálio ocorreu a cerca de 50 km do final, na passagem entre Fai della Paganella e Pieve di Soligo.
Franco Pellizotti explicou que não compreendeu a razão da queda do português quando tentou agarrar um saco na zona de abastecimento, ao pedalar afastado do grupo. O atleta recuperou-se rapidamente e regressou ao pelotão cerca de 15 km depois.
O responsável da equipa admitiu que, com o desenrolar da etapa, houve vigilância sobre Narváez, pois o final favorece o Eulálio. Mesmo assim, o ciclista acabou por tentar dois ataques nos derradeiros quilómetros, com a última investida anulada a 2.000 metros da meta.
Eulálio terminou integrado no pelotão, com o mesmo tempo do vencedor, Paul Magnier, da Soudal Quick-Step, que venceu em 3 h 46 m 50 s. Mantém o quinto lugar na geral, a 5 m 40 s de Vingegaard, líder da classificação.
As próximas etapas são duras, com dois dias consecutivos de montanha a rondar os Dolomites. O Giro segue com o Passo Giau, de alta montanha, num percurso de 151 km, com seis contagens de montanha.
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