- A Itália ficou de fora do Mundial 2026 após perder a repescagem contra a Bósnia-Herzegovina, marcando a terceira ausência consecutiva na fase final.
- Um enviado especial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Paolo Zampolli, pediu à FIFA que a Itália substituísse o Irão no torneio.
- A proposta foi apresentada a Gianni Infantino, presidente da FIFA, e surge numa tentativa de reaproximar Trump da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni.
- O Irão qualificou-se para o Mundial, mas solicitou a transferência dos jogos da fase de grupos para fora dos Estados Unidos devido ao conflito na região.
- O Mundial realiza-se nos Estados Unidos, México e Canadá, com início a 11 de junho; o Irão joga o primeiro jogo a 15 de junho, em Los Angeles, frente à Nova Zelândia.
Um enviado especial do Presidente dos EUA, Donald Trump, pediu à FIFA que Itália substituísse o Irão no Mundial de 2026. A proposta foi apresentada ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, e divulgada pelo Financial Times. Itália ficou de fora do torneio após a derrota na repescagem contra a Bósnia-Herzegovina, em março.
O objetivo, segundo o emissário Paolo Zampolli, é restabelecer relações entre Trump e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, num contexto de defesa de participação italiana num evento organizado nos EUA. Zampolli é italiano de nascimento e vê a presença da Azzurra como um contributo histórico.
O Irão garantiu a qualificação, embora tenha pedido a transferência de jogos para fora do território norte-americano após o início de conflitos na região. O regulamento da FIFA permite substituir uma federação que desista ou seja excluída, a critério da organização.
Regulamento da substituição
Se uma federação desiste, a FIFA pode designar um substituto à sua aprovação. A possibilidade de trocar o Irão por uma seleção fora da AFC depende de decisões futuras e de considerações técnicas da FIFA.
Contexto do Mundial 2026
O Mundial decorre nos EUA, México e Canadá, e começa a 11 de junho. O Irão disputará o primeiro jogo a 15 de junho, em Los Angeles, contra a Nova Zelândia. A participação de Itália está dependente de avanços na política desportiva internacional.
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