- Tomás Pires de Lima abdicau do Troféu Princesa Sofia para não comprometer a presença no Mundial de fórmula kite, que se realiza em Viana do Castelo entre 9 e 16 de maio, com foco na qualification para Los Angeles 2028.
- A decisão vem após uma infeção respiratória que o deixou sem intensidade na água e que o levou a evitar momentos de agravamento para não ficar “de cama” novamente.
- Em Palma de Maiorca, onde está a comitiva portuguesa, o velejador aproveita para treinar na água e fora dela, compensando as lacunas deixadas pela doença.
- O objetivo principal este ano é o Campeonato do Mundo e o Campeonato da Europa; no Mundial ficou em 22º no ano passado e no Europeu em 15º.
- O percurso ascendente pretende levá-lo a Los Angeles 2028; falhou Paris 2024 por seis lugares e acredita estar agora mais perto de competir entre os melhores, buscando um diploma olímpico.
Tomás Pires de Lima adiou a participação no Troféu Princess Sofia para proteger a sua preparação para o Mundial de fórmula kite, depois de atravessar uma infeção respiratória. O velejador português prefere chegar em boas condições ao principal evento da época, em maio, com vista aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.
Em Palma de Maiorca, a comitiva de Portugal ficou a acompanhar a evolução do atleta, que tem treinado sempre que a saúde o permite. Quando está estável, foca-se em treinos na água e na qualificação de largadas e partidas para manter o ritmo competitivo.
O Mundial de fórmula kite realiza-se entre 9 e 16 de maio em Viana do Castelo, um objetivo prioritário para o jovem de 21 anos, acima do troféu de inverno. O foco está em estar bem para competir e progredir face ao 22º lugar no Mundial anterior.
Objetivo 2028
Pires de Lima justifica o atraso em Paris 2024 por uma campanha curta, marcada pela mudança de classe do laser para a fórmula kite. Mesmo sem qualificar, mantém a ambição de 2028 e aponta o apuramento como prioridade real.
No regresso à competição internacional, o velejador acredita que o nível está mais nivelado e que já consegue disputar a frente das regatas, o que considera um sinal positivo para a qualificação olímpica.
Atenção ao objetivo de chegar aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, mantendo a previsão de alcançar um diploma olímpico. O percurso até LA passa pela melhoria contínua em Mundial e Europeu, com o foco na exclusão de falhas que comprometam a temporada.
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