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Vela portuguesa avança rumo a Los Angeles 2028 no Troféu Princesa Sofia

Portugal reúne mais mulheres que homens no Troféu Princesa Sofia; o ciclo para Los Angeles 2028 ganha impulso com apoio governamental de cerca de 30%

Diogo Costa e Carolina João competem nos Mundiais de 470 em Gdynia, Polónia
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  • Portugal participa com 15 velejadores no Troféu Princesa Sofia em Palma de Mallorca, com maioria de mulheres.
  • Representação em várias classes: 470 (Diogo Costa/Carolina João; Beatriz Gago/Rodolfo Pires), ILCA7 (Eduardo Marques, João Pontes, Lourenço Mateus), ILCA6 (Maria Teresa Figenschou, Luísa Peres, Madalena Wanzeller), kite (Mafalda Pires de Lima, Tomás Pires de Lima), IQ Foil (Ricardo Correia) e 49er FX (Teresa Quartin, Rita Borges).
  • António Barros, presidente da Federação Portuguesa de Vela, aponta para Los Angeles 2028 e anuncia preparação mais ambiciosa com apoio de cerca de 30% no contrato-programa com o Governo.
  • Em 470, Portugal tem duas equipes no top 10 mundial e pretende lutar pela medalha; em kite, Mafalda Pires de Lima é 14.ª nos últimos Jogos e ambiciona diploma olímpico; Tomás Pires de Lima prepara-se, recuperando de infeção.
  • No ILCA7, Eduardo Marques lidera uma boa equipa, com outros atletas potenciais para Jogos; no IQ Foil, Ricardo Correia destaca-se entre os melhores; as novas atletas no 49er FX visam ganhar experiência e entrar no projeto olímpico no futuro.

A comitiva portuguesa de vela iniciou a época com o Troféu Princesa Sofia, em Palma de Maiorca, de hoje até sábado. Portugal participa com 15 velejadores, numa prova que reúne a elite mundial das 10 classes olímpicas, para preparar o ciclo rumo aos Jogos de Los Angeles 2028.

Acompanhada por uma mescla de experiência e juventude, a equipa conta com entradas femininas em maior número do que o habitual, segundo afirmou o presidente da Federação Portuguesa de Vela (FPV), António Barros, em entrevista à Lusa. A direção tem promovido o recrutamento de jovens velejadoras.

No 470, Diogo Costa/Carolina João e Mafalda Pires de Lima/Tomás Pires de Lima representam Portugal, com Barros a destacar duas equipas no top 10 mundial na classe. O objetivo é lutar pela medalha, recordando o quinto lugar de Costa/João em Paris 2024.

Na ILCA 7, a equipa nacional inclui o veterano Eduardo Marques, já recuperando de lesão, e dois velejadores jovens com potencial para futuros Jogos. A vertente feminina também está a ganhar terreno com promessas em formação no escalão.

Na ILCA 6, o trio feminino português está em fase de progressionismo, com foco em desenvolvimento de desempenho para o ciclo olímpico, mantendo metas de evolução contínua ao longo do ano.

No IQ Foil, Ricardo Correia assume o papel de representante nacional, sendo o atleta com melhores resultados de momento. Barros sublinhou que a evolução de Correia o pode colocar em rota para os Jogos.

A nova classe, com Teresa Quartin e Rita Borges, segue a estreia em Palma. Sem objetivos de resultado imediatos, as velejadoras visam ganhar experiência e projetar entradas no programa de esperanças olímpicas no próximo ano.

Tomás Pires de Lima, que esteve perto de qualificação para os últimos Jogos, aparece agora num patamar em que, se houvesse apuramento, estaria em Los Angeles. Contudo, segue a recuperação de uma infeção bacteriana, o que condiciona a participação.

O Troféu Princesa Sofia funciona como abertura da temporada para o setor olímpico, com a FPV a adiantar uma preparação mais ambiciosa para o ciclo 2028, apoiada por um contrato-programa com o Governo que acrescenta cerca de 30% de apoio.

A comitiva nacional corresponde a 15 velejadores entre 1.177 atletas de 62 países que disputam a 55.ª edição do evento espanhol, que começa hoje na ilha balear e prolonga-se até ao final de semana.

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Objetivos e projeções para Los Angeles 2028

António Barros destacou o progresso da equipa portuguesa, salientando o reforço de apoio e a melhoria de condições para alcançar resultados mais consistentes. A direção aponta para uma evolução contínua ao longo do ciclo olímpico.

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Este é o início de uma época decisiva

A prova de Palma de Maiorca é anunciada como a primeira grande regata da época. O foco recai na qualificação, na recuperação de lesões e na integração de jovens talentos no lote olímpico nacional.

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