- Roberto Martínez admite a possibilidade de deixar o cargo após o próximo Campeonato do Mundo, quando termina o seu contrato com a Federação Portuguesa de Futebol.
- O foco atual é o Mundial, e o treinador entende que o futuro do selecionador pode esperar até lá.
- Martínez destaca que está alinhado com a Federação e o presidente para preparar a equipa para o Mundial.
- O técnico recorda que exemplos de longas durações em clubes, como Alex Ferguson e Arsène Wenger, já não são a regra.
- Portugal venceu a Liga das Nações em 2025 sob o seu comando, e a renovação não é tabu, mas não é tema prioritário no momento.
Roberto Martínez deixou claro que o foco está no Mundial de 2026 e não no seu futuro à frente da seleção. O espanhol esclareceu que o contrato com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) vence ao final da época, mas que o tema da continuidade pode ser discutido depois do torneio.
O treinador afirmou que o objetivo imediato é preparar a equipa para o Mundial, sem olhar para o que vem a seguir. Reforçou que está alinhado com a federação e o presidente, e que o caminho atual é trabalhar conjuntamente com o objetivo de chegar bem ao torneio.
Contrato e continuidade aparecem como temas que não estão em tabu, mas a prioridade é a preparação para o Mundial. Martínez recordou a vitória na Liga das Nações de 2025 e destacou o orgulho em orientar Portugal, cuja família também aprecia viver no país.
Contexto e próximos passos
A renovação não é o foco imediato, segundo o técnico, que já renovou para além de 2025, mantendo a possibilidade de novo acordo após o Mundial. A direção da FPF mantém a posição de trabalhar em bloco para a campanha no hexacampeonato mundial.
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