- O presidente da FIFA, Gianni Infantino, disse ter reunido com Donald Trump na noite de terça-feira para tratar dos preparativos do Mundial de 2026 e das garantias para o Irão.
- Infantino afirmou que Trump reiterou que a seleção iraniana é bem-vinda para competir no torneio nos Estados Unidos.
- O Mundial de 2026 decorrerá entre 11 de junho e 19 de julho, organizado conjuntamente com o Canadá e o México.
- O Irão qualificou-se via a Confederação Asiática de Futebol e ficou no Grupo G, com Bélgica, Nova Zelândia e Egito; os jogos no território americano estão agendados dois em Los Angeles e um em Seattle.
- As autoridades iranianas tinham colocado a participação em dúvida devido à guerra entre os dois países; a FIFA pretende manter o evento seguro e em contacto com os governos anfitriões.
Gianni Infantino afirmou ter recebido garantias de Donald Trump de que a seleção iraniana poderá entrar nos EUA para competir no Mundial de 2026. A reunião ocorreu na noite de terça-feira, para discutir o andamento dos preparativos do torneio.
Segundo o presidente da FIFA, o Irão qualificado-se através da AFC e integra o Grupo G, com Bélgica, Nova Zelândia e Egito. Os jogos contra estas seleções estão marcados para os EUA, em Los Angeles e Seattle.
O Mundial está programado entre 11 de junho e 19 de julho, com organização conjunta dos EUA, Canadá e México. A participação do Irão estava em dúvida devido à guerra entre os dois países.
Durante as discussões, Trump reiterou que a seleção iraniana é bem-vinda a competir no torneio nos Estados Unidos, afirmou Infantino. O vínculo entre ambos é próximo, tendo Trump recebido o Prémio da Paz da FIFA em dezembro.
Os organizadores já citavam a necessidade de um Mundial seguro, com todas as equipas presentes. O secretário-geral da FIFA, Mattias Grafström, também destacou a supervisão dos desenvolvimentos no Irão desde 28 de fevereiro.
Cenário do Irão e dos organizadores
Grafström assegurou que o sorteio da fase final, realizado em Washington, contou com a participação de todas as equipas. A FIFA afirmou manter contacto com os governos anfitriões — Canadá, EUA e México — para garantir segurança e continuidade.
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