A Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) afirmou que a rejeição da providência cautelar apresentada pela Podium Events clarifica a legalidade da rescisão do contrato de concessão da Volta a Portugal. A decisão foi proferida pela Comarca de Lisboa.
Segundo a FPC, a juíza entendeu que a Podium não apresentou provas suficientes de manter o contrato ou de atos ilícitos por parte da Federação, levando à improcedência da providência cautelar. A entidade sublinha a falta de fundamentação robusta.
A FPC garante que a decisão afasta acusações feitas pela Podium e confirma que não houve violação de normas legais ou contratuais. A federação afirma manter a resolução contratual válida e eficaz, assegurando a organização da prova.
A Podium Events tinha interposto a providência cautelar a 10 de dezembro de 2025 para suspender atos considerados ilícitos e garantir a continuidade do contrato até 2026. A FPC justificou a rescisão por incumprimento reiterado por parte da Podium.
O anúncio de fim antecipado da concessão ocorreu um mês antes, com impacto na organização da Volta. A Podium acusou falta de decoro e lealdade, alegações que o Tribunal terá rejeitado com a decisão.
A 87.ª edição da Volta a Portugal está prevista entre 5 e 16 de agosto e será organizada pela Emesports, empresa espanhola do ex-ciclista Ezequiel Mosquera. A FPC reforça empenho em garantir a credibilidade da prova.
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