A World Surf League (WSL) anunciou alterações ao circuito Challenger Series para a temporada 2026/27, impactando o processo de qualificação para o World Tour 2027. A Ericeira mantém-se no calendário, com cinco etapas previstas. O novo formato inclui três provas de 6000 pontos que contam para a qualificação, criando um circuito ligado ao QS.
A temporada 2026/27 começa em Ballito, África do Sul, em julho, e encerra em Newcastle, Austrália, em março de 2027. Entre os dois extremos, constam paragens em Huntington Beach, EUA, e na Ericeira, Portugal, entre 6 e 12 de outubro. A grande novidade é a estreia de São Sebastião, Brasil, com uma etapa entre o final de setembro e o início de outubro, antes da prova portuguesa.
Calendário 2026/27 e novas provas
Além das cinco etapas Challenger, manter-se-ão três eventos QS6000 internacionais, cujos pontos contam para a qualificação para o World Tour 2027. Saquarema (Brasil), Cloud 9 (Filipinas) e Taiwan serão os locais escolhidos, com provas entre setembro e novembro deste ano.
Pipeline, no Havai, fica fora do ranking mundial, mantendo apenas um evento em janeiro de 2027. Em 2027, Pipe terá um QS6000 apenas para a qualificação regional havaiana para o circuito Challenger Series do ano seguinte.
Efeitos no ranking de qualificação
O novo formato definirá os 10 homens e as 6 mulheres mais bem classificados para o World Tour 2027. O objetivo é sincronizar o Challenger com o antigo WQS e estabilizar o acesso ao circuito principal.
Portugal já garantiu Yolanda Hopkins e Francisca Veselko para o World Tour 2026, que começa em abril, na Austrália. A campeã nacional Teresa Bonvalot pode somar mais uma vaga caso vença a etapa final do Challenger 2025/26, iniciando em Newcastle.
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