- A FIA mantém a prioridade na segurança e no bem-estar em relação aos Grandes Prémios de Bahrain (10 a 12 de abril) e da Arábia Saudita (17 a 19 de abril, início do circuito mundial após o Grande Prémio da Austrália).
- A decisão sobre o calendário decorre num contexto de tensões no Médio Oriente, com ataques entre Israel e EUA contra o Irão e respostas iranianas com mísseis e drones.
- A FIA afirma que a segurança guiará as avaliações do Mundial de Fórmula 1 e do Mundial de endurance, cujo arranque estava previsto para o Qatar no final de março.
- O presidente Mohammed Ben Sulayem, nascido no Dubai, expressou pesar pelas vidas perdidas e apoio às comunidades afetadas pelo conflito.
- Segundo o Crescente Vermelho iraniano, pelo menos 555 pessoas morreram no Irão desde o início dos ataques; o Exército dos Estados Unidos confirmou a morte de três militares norte-americanos.
O presidente da Federação Internacional do Automóvel (FIA), Mohammed Ben Sulayem, afirmou que a segurança e o bem-estar são prioridade para as corridas do Mundial de Fórmula 1 previstas para o Médio Oriente. A FIA não anunciou uma decisão final sobre os Grandes Prémios do Bahrain e da Arábia Saudita.
O calendário reserva o Bahrain entre 10 e 12 de abril e a Arábia Saudita entre 17 e 19 de abril. As decisões estão a ser acompanhadas de perto pela equipa da FIA, promotores e parceiros em terreno, com monitorização cautelosa dos desenvolvimentos.
A posição da FIA surge no contexto de ataques entre Israel, EUA e Irão, que respondem com ações militares na região. A federação ressalva que a segurança orienta as avaliações para o Mundial de Fórmula 1 e para o Mundial de resistência.
A FIA recorda que o Mundial de resistência também pode ser afetado, com a temporada prevista para começar no Qatar no final de março. A entidade destaca a união entre as partes interessadas como elemento central da resposta.
Ben Sulayem, natural dos Emirados Árabes Unidos, lamentou as perdas humanas e expressou solidariedade às famílias e comunidades afetadas pelo conflito. O líder da FIA reforça o compromisso com decisões responsáveis face ao cenário de instabilidade.
Entre quarta-feira e sábado, a ofensiva no território iraniano levou ao fim de vida de vários civis e de figuras de referência. O Irão confirmou a morte de um líder do regime, e o país decretou luto de 40 dias.
Entidades internacionais condenaram os ataques iranianos a países vizinhos, incluindo Portugal, França, Alemanha e Reino Unido, que pedem de-escola de contenção e respeito pelo direito internacional. A FIA continua a avaliar impactos na competição.
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